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Outro aliado abandona a base governista de Dilma Rousseff

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Outro aliado abandona a base governista de Dilma Rousseff

* O Partido Progressista do Brasil decidiu deixar a base governista da presidente Dilma Rousseff antes da votação crucial de seu impeachment, informou o The Wall Street Journal. O PMDB já havia abandonado a coalizão em março.

MÉXICO E AMÉRICA CENTRAL

* O procurador-geral do Panamá investigou os escritórios da Mossack Fonseca, escritório de advocacia local, à procura de evidências de atividade ilegal, informou a Reuters. As incursões seguem o vazamento dos Papeis do Panamá.

* O ministro da Fazenda do Panamá, Dulcidio De La Guardia, viajará para Paris para se encontrar com seu correspondente francês Michel Sapin para discutirem a inclusão do Panamá pelo país europeu em uma lista negra de jurisdições tributárias adversas, informou o La Prensa.

* O banco alemão KfW concedeu um empréstimo de 50 milhões de euros para a Sociedad Hipotecaria Federal SNC para ajudar o banco mexicano a financiar a construção de mais de 5.000 residências com projetos que visam economizar energia nos próximos seis anos, informou o BNamericas.

* O setor de seguros do México ficou atrás de outros países em termos de implementação de novas tecnologias para impulsionar as vendas, informou o El Economista, citando Recaredo Arias, presidente da associação mexicana de seguros, AMIS.

* A agência mexicana de proteção ao consumidor de serviços financeiros, Condusef, disse que quatro das 12 seguradoras locais avaliadas pela agência foram reprovadas no teste de transparência financeira.

* No México, bancos comerciais divulgaram lucro total de cerca de 17,04 bilhões de pesos mexicanos em fevereiro, um aumento de 11,8% em comparação com o mesmo mês há um ano, informou o El Economista, citando dados da CNBV, comissão local de serviços bancários e valores mobiliários.

* O Congresso da Guatemala aprovou uma lei para aumentar a supervisão do setor de microfinanças do país, informou o Prensa Libre. A lei também controla o processo de autorização de instituições de microfinanças, bem como os requisitos de capital e de declarações.

CARIBE

* Os credores de Cuba contrataram Rodrigo Olivares-Caminal, um especialista em dívidas de governos, para comandar as tentativas de acordo com o país para pagamento das dívidas, informou o Financial Times.

BRASIL

* O Ministério da Fazenda do Brasil criticou uma decisão do Supremo Tribunal Federal que permite que certos estados reduzam os pagamentos de dívidas ao governo federal, argumentando que a decisão pode gerar uma perda de 313 bilhões de reais para o governo, informou o Valor Econômico.

* A Caixa Econômica Federal não prevê atualmente o aumento de taxas de juros sobre financiamentos imobiliários, mas o banco poderá aumentar as taxas até o final de 2016, se necessário, informou a Reuters, citando Teotônio Rezende, diretor de Habitação do banco.

* Uma comissão parlamentar brasileira que investiga uma suposta fraude nos maiores fundos de pensão do país disse que o montante desviado no caso pode chegar a 4,26 bilhões de reais, em vez dos 3 bilhões de reais estimados anteriormente, informou O Estado de S. Paulo.

* A presidente brasileira Dilma Rousseff quer reduzir as exigências de reserva dos bancos para estimular o crédito e revitalizar a economia afetada pela recessão, informou a Reuters, citando um assessor anônimo da presidência. Medidas para manter a economia respirando serão propostas caso o Congresso prossiga com a votação de impeachment da presidente, disse a fonte.

* A ABBC, Associação Brasileira de Bancos, conseguiu uma liminar contra um decreto que limitava a cinco o número de instituições financeiras autorizadas a conceder empréstimos consignados em folha de pagamento a funcionários públicos do estado de Pernambuco. O juiz que concedeu a liminar argumentou que o decreto infringe os direitos de livre concorrência e prejudica os interesses tanto dos bancos quanto dos tomadores de empréstimos.

* Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central do Brasil, demonstrou apoio às propostas econômicas do vice-presidente brasileiro Michel Temer, mas disse não estar interessado em assumir nenhum cargo no governo por motivos pessoais, informou a Bloomberg News. Temer também está traçando uma estratégia para criar um governo de transição em meio ao iminente voto do Congresso para impeachment da presidente Dilma Rousseff.

* O Banco Central do Brasil leiloou 160 mil swaps cambiais reversos em 12 de abril em uma intervenção recorde de 8 bilhões de dólares, segundo informações da Bloomberg News.

* O Itaú Unibanco Holding SA está preparando um empréstimo de até 300 milhões de dólares para empresas que estão construindo uma estrada pedagiada na Colômbia, informou a Bloomberg News, citando "pessoas com conhecimento direto do assunto".

* Os bancos brasileiros querem evitar o calote de um grupo de grandes empresas por meio da renegociação de empréstimos e avaliação da possibilidade de venda de ativos para cobrir as dívidas, informou a Folha de S.Paulo. A dívida total devida pelo grupo é estimada em 200 bilhões de reais.

* Os 16 principais bancos listados na bolsa de valores do Brasil registraram lucros que somam 67,7 bilhões de reais em 2015, um aumento de 30% em relação ao ano anterior, informou o Diário Comércio Indústria & Serviços, citando dados da Associação Brasileira das Companhias Abertas, Abrasca.

* Devido à acentuada recessão e à volatilidade política do Brasil, negociadores estão encontrando dificuldade para firmar acordos no país em meio a opiniões divergentes sobre avaliações, informou a Reuters. No primeiro trimestre, as empresas locais anunciaram cerca de 3,81 bilhões de dólares em negociações, uma queda de 34% em relação ao ano anterior.

CONE SUL

* Daniel Pollack, mediador indicado pelo tribunal na negociação de dívidas da Argentina com os credores de holdout, disse que o país chegou a um acordo com a Yellow Crane Holdings LLC para um total de cerca de 255 milhões de dólares.

* A Standard & Poor's Ratings Chile Clasificadora de Riesgo Ltda. disse ter aberto um escritório em Santiago, Chile. O escritório é a primeira operação de rating da empresa no país.

* O Banco Central de Chile disse que manteve em 3,5% a taxa de juros de sua política monetária. "O Conselho reitera seu compromisso de conduzir a política monetária com flexibilidade, portanto a inflação projetada permanece em 3%, por enquanto", disse o banco central.

* O preço das ações do Grupo Security SA saltou 5,82% em 12 de abril em meio a rumores de que ele poderá receber uma oferta de fusão do Scotiabank ou de outro concorrente, informou o Diario Financiero.

* Um tribunal de segunda instância do Chile decidiu que a agência local de desenvolvimento econômico, Corfo, deve indenizar a BBVA Corredores de Bolsa Limitada por danos no chamado caso Inverlink, informou o Diario Financiero.

* As seguradoras argentinas estão ameaçando ingressar com uma ação contra uma decisão do banco central que permite que bancos comerciais do país deixem as seguradoras de lado e ofereçam diretamente determinados produtos de seguros aos clientes, informou o La Nación.

* O Banco Central del Uruguay intensificará a regulamentação do setor financeiro do país até 2018 para alinhar as práticas com os padrões internacionais, informou o El País. O banco central também aumentará a inspeção das ofertas públicas.

* Carlos Pereira, presidente do Banco Nacional de Fomento, no Paraguai, pediu que uma comissão financeira do Senado rejeite uma lei que perdoaria as dívidas de produtores rurais, informou o La Nación.

PANORAMA DA AMÉRICA LATINA

* O Fundo Monetário Internacional revisou para baixo as projeções de crescimento da América Latina, e agora prevê que a economia da região recue 0,5% em 2016 até voltar a crescer 1,5% em 2017. A Comissão Econômica da ONU para a América Latine e Caribe, por sua vez, anunciou uma previsão de retração média de 0,6% para a região em 2016.

* O Banco Mundial espera que a economia da América Latina e do Caribe retraia 0,9% em 2016.

A McGraw Hill Financial Inc. adquire S&P Ratings e Global Market Intelligence.

Matthew Craze contribuiu para esse artigo.

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