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Banco do Brasil termina parceria com Correios; FENABAN melhora proposta salarial

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Banco do Brasil termina parceria com Correios; FENABAN melhora proposta salarial

* A greve dos bancários no Brasil, por motivos salariais, continua e entrou no seu 30º dia em 5 de outubro, fazendo desta a mais longa desde 2004, segundo o sindicato nacional dos trabalhadores do ramo financeiro CONTRAF-CUT. A greve fechou 13.104 agências, ou 55% do total do país. O Valor Econômico informou que a federação bancária FENABAN melhorou a oferta de aumento salarial de 7% para 8% e que os sindicatos estão atualmente avaliando esta última proposta.

* As negociações que visam renovar uma parceria de serviços bancários firmada entre o Banco do Brasil SA e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos terminaram sem acordo, informou o Valor Econômico. O acordo atual entre as duas partes expira em 2 de dezembro, e os Correios já estão à procura de um novo parceiro.

MÉXICO E AMÉRICA CENTRAL

* Ernesto Torres, CEO do Grupo Financiero Banamex SA de CV, disse que a recente decisão da controladora Citigroup Inc. de investir mais 1 bilhão de dólares em suas operações no México é um voto de confiança no país e nas perspectivas futuras, informou o El Financiero. O investimento ocorre num momento em que o Citi está reduzindo a presença em outros países da América Latina, como Brasil e Argentina.

* Recaredo Arias, diretor da AMIS, associação mexicana do setor de seguros, disse que as seguradoras já começaram a sentir o impacto do enfraquecimento da moeda local, sobretudo em termos de pagamentos de sinistros para máquinas, autopeças e saúde, informou o El Economista.

BRASIL

* Os pedidos de recuperação judicial no Brasil atingiram uma alta recorde em setembro com 244 solicitações, um aumento de 178% em relação a agosto e de 66% em relação a um ano atrás, de acordo com dados fornecidos pela empresa de pesquisa de crédito Serasa Experian. Segundo a empresa, "ao enfrentarem uma recessão prolongada que deteriora o fluxo de caixa, aliada a condições de crédito adversas ... [as empresas] acabam por ter de recorrer a instrumentos de recuperação judicial como mecanismo de sobrevivência".

* A proposta do governo brasileiro de limitar os gastos públicos à taxa de inflação do ano anterior está enfrentando críticas crescentes de dentro da própria coalizão governista do presidente Michel Temer, informou a Bloomberg News. A proposta foi apresentada ao Congresso no início desta semana, e a primeira votação da medida deve ocorrer nos próximos dias.

* No Brasil, um juiz federal negou o pedido de absolvição do banqueiro Joseph Safra, que está sendo investigado por acusações de corrupção na assim chamada Operação Zelotes, informou o Valor Econômico. O juiz marcou o dia 20 de outubro como a data em que terão início as audiências do julgamento.

REGIÃO ANDINA

* Na reunião mais recente da ANIF, associação colombiana de instituições financeiras, os banqueiros disseram que o setor financeiro do país permanece forte e está preparado para enfrentar fatores adversos, tais como a rejeição, por parte dos eleitores, do acordo de paz do governo com os rebeldes das FARC e o baixo preço do petróleo, informou o La República.

* O Banco Mundial reduziu a projeção de crescimento do PIB de 2016 da Colômbia de 2,5%, em junho, para 2,3% atualmente, citando os grandes desequilíbrios fiscais do país, informou o La República. O FMI também reduziu a previsão de crescimento da Colômbia no início de 2016, citando a política macroeconômica insatisfatória.

* A S&P Global Ratings disse, em um relatório, que o fechamento recente de seis empresas financeiras não regulamentadas que atuavam no mercado colombiano de crédito consignado em folha de pagamento não representa nenhum problema para os credores regulamentados, informou o Portafolio. A agência de classificação de risco acredita que a concorrência aumentará no segmento de crédito ao consumidor nos próximos dois anos, o que pode afetar a rentabilidade.

CONE SUL

* A união bancária nacional da Argentina, Asociación Bancaria, ameaçou convocar outra greve geral antes do final do mês de outubro se os bancos não atenderem às demandas salariais, informou o El Cronista, citando uma entrevista de rádio com o secretário de imprensa do sindicato, Eduardo Berrozpe. O acordo inicial do sindicato com os bancos, em abril, previa um aumento salarial nominal de 33%, que foi ultrapassado pela inflação, o que resultou em pedidos de um novo acordo. 

* A Fitch Ratings confirmou como BBB- as notas de inadimplência de emissor em moeda estrangeira e local de longo prazo do Uruguai, com perspectiva estável. As notas do país são limitadas pela inflação persistentemente alta, elevada dívida pública e rígido perfil de gastos. No entanto, esses fatores são equilibrados por características estruturais fortes, proteção estabelecida para a liquidez externa e baixo risco de financiamento fiscal.

* A Moody's espera que o crescimento anual dos créditos concedidos pelos bancos chilenos desacelere e chegue a cerca de 8% em 2016, o que representa uma queda em relação ao crescimento de dois dígitos observado em anos anteriores, devido ao agravamento do clima econômico do país e à desaceleração do crescimento das hipotecas, disse Felipe Carvallo, analista sênior da agência de classificação de riscos, à S&P Global Market Intelligence. Embora a queda no crescimento do crédito signifique menor risco para os bancos, a qualidade dos ativos também está piorando devido ao desemprego e à situação econômica do país, classificada de um modo geral como ruim, disse Carvallo.

* A Argentina chegou a um acordo que prevê o pagamento de cerca de 40,5 milhões de dólares ao Banca Arner SA, com sede na Suíça, referente a uma conciliação de títulos soberanos inadimplentes, disse Daniel Pollack, mediador designado pelo tribunal, em um comunicado. O Banca Arner entregará todos os títulos argentinos inadimplentes e suspenderá o processo judicial contra o país.

* A Argentina emitiu o primeiro título denominado em euros desde 2010, angariando 2,5 bilhões de euros em uma oferta de tranche duplo de notas com vencimento em 2022, com rendimento de 4%, e notas com vencimento em 2027, com rendimento de 5,125%, informou a Bloomberg News, citando "uma pessoa a par do assunto".

* O financiamento para o setor privado na Argentina aumentou 3% em setembro em relação ao mês anterior, sendo que os empréstimos denominados em dólares americanos aumentaram 8% e o crédito em moeda local cresceu quase 2%, informou o El Cronista, citando dados do Banco Central de la República Argentina.

PANORAMA DA AMÉRICA LATINA

* O Banco Mundial espera uma retração econômica de 1,1% em 2016 na América Latina e no Caribe, uma vez que a estabilidade geral de crescimento no México, na América Central e no Caribe é afetada por recessões em outros lugares da região. No entanto, a instituição prevê um crescimento de 1,8% para a região em 2017, devido à expansão prevista no Brasil e na Argentina.

A S&P Global Inc. adquire S&P Global Ratings e S&P Global Market Intelligence.

Paula Mejía contribuiu para esse artigo.

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