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Senado da Argentina aprova acordo da dívida com credores de holdout

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Street Talk Episode 66 - Community banks tap the debt markets while the getting is good

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Senado da Argentina aprova acordo da dívida com credores de holdout

* O Senado da Argentina aprovou o acordo da dívida do país com credores de holdout, o que sinaliza o fim de um conflito judicial de longa duração que isolou o país dos mercados de crédito internacionais, informou a Reuters. A Argentina tem até 14 de abril para pagar 4,65 bilhões de dólares aos principais credores abrangidos pelo acordo.

MÉXICO E AMÉRICA CENTRAL

* O Crédito Real S.A.B. de C.V. Sociedad Financiera de Objeto Múltiple pretende levantar 1 bilhão de pesos mexicanos por meio da emissão de títulos denominados em pesos ou seu equivalente em unidades de investimento, informou o El Economista.

* O crescimento geral dos empréstimos no sistema bancário do México diminuiu de 14,6% em dezembro de 2015 para 13,7% em janeiro de 2016, informou o BNamericas, citando o Deutsche Bank AG. A reportagem observa que os números podem ter sido subestimados, uma vez que algumas empresas não cumpriram as exigências regulamentares de declaração.

* A Standard & Poor's Ratings Services elevou de BB- para BB os ratings em escala global do Banca Mifel SA Institución de Banca Múltiple e, de mxBBB+ para mxA, os ratings de crédito de contraparte em escala nacional de longo prazo. A medida reflete a melhora na capitalização ajustada ao risco do credor, que, segundo projeções da S&P, será de 7,5%, em média, nos próximos dois anos.

* O Banco Interacciones SA anunciou recentemente que a aquisição da Marina Capital não afetará significativamente o bom perfil financeiro do banco e não deverá ter implicações sobre o rating, informou a Fitch Ratings. A Marina Capital é uma empresa mexicana que atua como fundo de investimento privado nos mercados internacionais.

* No quarto trimestre de 2015, os 37 bancos comerciais que atuam no México tiveram um índice médio de cobertura de liquidez de 325,26%, acima da exigência regulamentar mínima, informou o El Financiero, citando a CNBV, comissão mexicana de serviços bancários e valores mobiliários.

* Desde a sua criação em 1994, o North American Development Bank já financiou 218 projetos na região fronteiriça entre os EUA e o México, no valor total de 2,60 bilhões de dólares, informou o El Economista.

* O banco de desenvolvimento mexicano Banco del Ahorro Nacional y Servicios Financieros SNC observou uma queda no saldo de depósitos centrais de 15,36 bilhões de pesos mexicanos, um ano antes, para cerca de 13,88 bilhões no final de 2015, informou o El Economista, citando dados da CNBV, comissão mexicana de serviços bancários e valores mobiliários.

* Os bancos mexicanos que desejarem usar o novo sistema de pagamentos interbancários, chamado SPID, terão de implementar um sistema de identificação de clientes para impedir transações ilícitas, informou o El Economista. O SPID, que permitirá que as empresas tenham contas em dólares norte-americanos no México, entrará em funcionamento em abril.

BRASIL

* Cercada de apuros, a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, discutiu cargos governamentais importantes com seus aliados restantes na tentativa de manter intacta a coalizão do governo, informou a Reuters, citando assessores presidenciais. O Partido do Movimento Democrático Brasileiro rompeu a coalizão em 29 de março, enquanto o Partido Progressista agendou uma reunião em abril para decidir se também abandonará a coalizão.

* O secretário-geral das Nações Unidas Ban Ki-moon instou o governo do Brasil a encontrar uma solução pacífica para a crise política do país, informou O Estado de S. Paulo. "Por enquanto, este é um problema político interno", disse o diplomata. "Mas o Brasil é um país muito importante, e qualquer instabilidade política interna é uma preocupação social para nós".

* A Standard & Poor's Rating Services colocou em alerta de crédito negativo os ratings BB/B, em escala global, e brA+/brA-1, em escala nacional, do Banco Votorantim SA. A medida segue uma ação semelhante com relação ao acionista do banco, o grupo Votorantim.

* O Supremo Tribunal do Brasil decidiu, por unanimidade, ser constitucional o governo cobrar dos bancos uma contribuição social adicional de 2,5% sobre o total da folha de pagamento, informou a Folha de S.Paulo.

REGIÃO ANDINA

* A Rímac Seguros y Reaseguros manteve a posição de liderança nos segmentos de seguros de vida e não vida no Peru, em fevereiro, informou o BNamericas. A empresa tinha uma participação de 24,0% no mercado de prêmios no segmento de vida e de 36,3% no segmento não vida.

* O Banco de Bogotá SA registrou lucro líquido de 2,29 trilhões de pesos colombianos para todo o ano de 2015, um aumento de 18,2% em relação ao ano anterior, informou o Portafolio. Os acionistas do banco aprovaram o pagamento de dividendos de 230 pesos por ação. O CEO Alejandro Figueroa disse ao La República que o banco não tem atualmente nenhum plano de expandir sua presença internacional e, em vez disso, se concentrará em consolidar suas operações existentes.

CONE SUL

* O governo chileno anunciou um pacote de estímulo econômico com 22 iniciativas que visam melhorar a produtividade do país e expandir o acesso ao crédito em até 8 bilhões de dólares, informou o Pulso, citando o ministro da Fazenda Rodrigo Valdés. O pacote de estímulo gira em torno da preocupação de que o crescimento da economia local "tem se mostrado decepcionante nos últimos anos e meses", disse Valdés.

* A Unidade de Análise Financeira, ou UAF, do governo chileno revelou que o número total de transações suspeitas de lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo no Chile aumentou de 2.175, em 2014, para 3.150, em 2015, informou o Diario Financiero.

* Os depósitos em dólares norte-americanos, efetuados no sistema bancário da Argentina, aumentaram em 3 bilhões de dólares desde meados de dezembro de 2015, quando o governo suspendeu o controle cambial, informou o Cronista, citando dados do Banco Central de la República Argentina. Atualmente, o total de depósitos em moeda norte-americana chegam a quase 12 bilhões de dólares.

* Segundo Sebastián Claro, vice-presidente do Banco Central de Chile, o nível de confiança empresarial no Chile está baixo devido a incertezas internas e externas, informou o Pulso. Em consequência disso, o país observou uma queda nos investimentos e no consumo.

* A Argentina não está preparada para o influxo de capitais que provavelmente ocorrerá em função das políticas adotadas pelo presidente Mauricio Macri que visam liberalizar a economia, informou o Cronista, citando a opinião de analistas. O mercado de capitais da Argentina carece de tecnologia de ponta, argumentam alguns analistas, enquanto outros salientam que o país deveria unificar as bolsas de valores.

* O Grupo Indalo da Argentina, um conglomerado empresarial diversificado, acusou o governo de importunar a empresa por meio de ações fiscais, a fim de forçá-lo a vender seus negócios, informou o El Economista. De acordo com reportagens anteriores, o governo pretende apreender os bens do empresário Cristóbal López, dono da Indalo, para recuperar 8 bilhões de pesos argentinos em dívidas supostamente devidas à autoridade fiscal AFIP.

* A corretora chilena LarrainVial S.A. chegou a um acordo com os administradores de fundos de pensão Capital, Habitat e Cuprum para resolver as acusações de manipulação de mercado no caso Cascadas, informou o Diario Financiero. Pelo acordo, a LarrainVial pagará um total de cerca de 2,2 milhões de dólares às três empresas.

PANORAMA DA AMÉRICA LATINA

* O estudo sigma mais recente realizado pela Swiss Re Ltd. revelou que as perdas seguradas globais provenientes de catástrofes naturais e desastres provocados pelo homem em 2015 totalizaram 37 bilhões de dólares, bem abaixo da média dos 10 anos anteriores, que foi de 62 bilhões de dólares. O total das perdas econômicas causadas por todos os desastres, que incluem eventos naturais e provocados pelo homem, foi de 92 bilhões de dólares em 2015.

A McGraw Hill Financial Inc. adquire S&P Ratings e Global Market Intelligence.

Paula Mejía contribuiu para esse artigo.

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