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PMDB brasileiro abandona governo de coalização de Dilma Rousseff

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PMDB brasileiro abandona governo de coalização de Dilma Rousseff

* Em uma reunião que durou apenas alguns minutos, o PMBD decidiu abandonar a coalizão com o governo de Dilma Rousseff, em uma jogada que aumenta as probabilidades de impeachment da presidente, informou a Reuters. O Partido Progressista, PP, que atualmente é aliado do governo, deve se reunir no dia 30 de março para decidir seu futuro na coalizão do governo. Jaques Wagner, chefe do gabinete pessoal da presidente, disse que Dilma formará uma nova coalizão antes do final da semana, informou a agência de notícias em nota separada.

MÉXICO E AMÉRICA CENTRAL

* A administradora mexicana de fundos de pensão Afore Sura está trabalhando em uma transformação tecnológica que tem o potencial de expandir a presença da empresa dos atuais 60 escritórios para 500 localidades virtuais, disse o CEO Enrique Solorzano em entrevista ao BNamericas.

* O número de bancos que operam no México pode passar dos atuais 46 e chegar a 50 ao final de 2016, informou o El Economista. A comissão mexicana de bancos e valores, CNBV, está em vias de conceder aprovação final a quatro bancos para que eles comecem a operar no país.

* A agência mexicana de proteção ao consumidor de serviços financeiros, Condusef, registrou mais de 5.720 reclamações no primeiro trimestre de 2016 contra empresas de cobrança de empréstimos contratadas por bancos locais, informou o El Economista. O número é equivalente a 30% do total de reclamações registradas contra essas entidades durante todo o ano de 2015.

BRASIL

* Menos de 3% do pacote de crédito de 83 bilhões de reais que foi anunciado pelo governo brasileiro em janeiro foi usado até o momento, informou O Estado de S. Paulo, citando números de bancos estatais e do fundo de garantia por tempo de serviço, FGTS.

* O índice de empréstimos atrasados há mais de 90 dias no Brasil permaneceu em 5,5% em fevereiro, no mesmo patamar de janeiro, de acordo com dados do Banco Central do Brasil. O volume total de operações de crédito no país chegou a 3,18 trilhões de reais em fevereiro, 50 pontos-base abaixo do mês anterior, mas 5,3% acima no comparativo anual.

* O governo federal brasileiro registrou um déficit primário orçamentário de 25,07 bilhões de reais em fevereiro, em comparação com um superávit de 14,84 bilhões de reais no mês anterior, informou a Reuters.

* A seguradora brasileira Tokio Marine Seguradora SA lançou uma cobertura de seguro de responsabilidade civil para executivos, D&O, segundo informações do site do setor, Segs.

* A empresa de pesquisa Capital Economics acredita que o Banco Central do Brasil deve rever sua tendência à adoção de uma política monetária mais flexível nos próximos meses, mas o momento da mudança e a proporção do corte na taxa de juros serão determinados pelo desempenho do real.

* O Banco Central do Brasil baixou de 7% para 5% a previsão para o crescimento do crédito no Brasil em 2016, informou o Valor Econômico. A mudança na previsão veio na sequência do aumento das taxas de juros no país e da queda nos empréstimos entre os bancos.

* Analistas financeiros experientes acreditam que o lucro do setor bancário brasileiro cairá em 2016 e 2017, enquanto a taxa de inadimplência alcançará seu índice máximo no meio do próximo ano, informou o Valor Econômico. Analistas da Goldman Sachs Group Inc. disseram em um relatório que acreditam que, em 2017, os bancos brasileiros terão o retorno sobre o patrimônio mais baixo dos últimos 15 anos.

* As empresas brasileiras gestoras de ativos viram o volume de ativos gerenciados aumentar 17,3% ao ano em 2015, totalizando cerca de 74,67 bilhões de reais, informou o Diário Comércio Indústria & Serviços, citando a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, Anbima.

* Os empréstimos concedidos por cooperativas de crédito brasileiras cresceram a um índice mais rápido que o do setor bancário do país em 2015, já que ofereceram taxas de juros mais competitivas, informou a Reuters. De acordo com a reportagem, as cooperativas de crédito aumentaram sua gama de produtos financeiros em um momento que o setor bancário passa por dificuldades.

REGIÃO ANDINA

* A Fitch Ratings removeu os ratings nacionais de longo e curto prazos da unidade BTG Pactual Colombia SA do BTG Pactual Group. Segundo a Fitch, os ratings não são mais válidos e o contrato de ratings correspondente chegou ao fim.

* A agência reguladora do setor bancário do Peru, SBS, manifestou preocupação com a falta de supervisão das cooperativas de crédito e poupança do sistema financeiro peruano, informou o Gestión. O país tem 322 cooperativas do tipo, mas somente 27% delas são afiliadas à Fenacrep, a federação nacional responsável pelo gerenciamento do setor. O congresso peruano foi solicitado a aprovar uma proposta para que a SBS seja designada agência reguladora também das cooperativas.

* O Congresso Venezuelano aprovou uma lei para libertar 77 prisioneiros políticos que foram presos pelo presidente Nicolás Maduro e pelo ex-presidente Hugo Chávez por suposta traição, informou o The Wall Street Journal. Maduro teria prometido bloquear a lei.

* Depois que o CorpBanca e o Banco Itaú Chile concluírem sua fusão em 1º de abril, a entidade resultante será o segundo maior banco em operação na Colômbia em termos de ativos, informou o La República.

CONE SUL

* O Banco Finansur SA disse que Nicolás Cevela apresentou sua carta de demissão do cargo de diretor da empresa por razões pessoais.

* O presidente do Banco Central de Chile Rodrigo Vergara disse que o país tem o ambiente macroeconômico necessário para manter seu rating de grau de investimento, mas precisa assegurar que a dívida pública não saia do controle, informou a Reuters.

* O BBVA Banco Francés SA disse que seu conselho aceitou o pedido de demissão do diretor Mario Luis Vicens,  por motivos pessoais. A saída de Vicens acontecerá assim que seu substituto for escolhido na próxima reunião de acionistas do banco.

PANORAMA DA AMÉRICA LATINA

* A valorização do dólar norte-americano é o problema mais importante enfrentado por economias de mercados emergentes e, de acordo com a Fitch Ratings, é imprescindível considerar a renda em dólar nominal ao avaliar o desempenho econômico relativo desses países e suas perspectivas. A agência estima que o PIB em dólar das 30 maiores economias emergentes do mundo tenha sofrido retração de 6,6% em 2015.

* A Moody's disse que as tecnologias usadas em carros para evitar acidentes podem aumentar o lucro das seguradoras em médio prazo, mas carros autodirigíveis podem reduzir drasticamente o lucro das seguradoras em longo prazo, já que menos acidentes podem representar prêmios mais baixos. A agência de rating observou que a América Latina pode demorar para adotar carros autodirigíveis.

Paula Mejía contribuiu para esse artigo.

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