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Generali concorda em vender negócios na Guatemala; greve bancária no Brasil continua

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Generali concorda em vender negócios na Guatemala; greve bancária no Brasil continua

* A seguradora italiana Generali concordou em vender aos seus parceiros locais a participação de 51% que detém na unidade guatemalteca Aseguradora Generali SA, que atua principalmente no segmento de bens e acidentes. A Generali não divulgou os nomes dos compradores nem os termos do acordo, que está sujeito a aprovação regulamentar.

* Os sindicatos dos bancários do Brasil continuam em greve após rejeitarem a proposta salarial mais recente feita pela FENABAN, informou a Folha de S. Paulo. Na última proposta, a FENABAN aumentou a oferta de pagamento de um bônus de R$ 3.300,00 para R$ 3.500,00, mas manteve a oferta de aumento salarial inalterada em 7%. A greve entra no 24º dia em 29 de setembro.

MÉXICO E AMÉRICA CENTRAL

* A S&P Global Ratings confirmou as notas de crédito soberano de longo e curto prazo do Panamá como BBB e A-2, respectivamente, com perspectiva estável. A economia do país deve continuar crescendo a 5,5% em 2016 e 2017, com crescimento de 6% previsto para os dois anos seguintes. No entanto, as notas podem cair devido à vulnerabilidade do Panamá às oscilações bruscas nas condições econômicas globais, entre outros fatores.

* O banco mexicano Nacional Financiera S.N.C. Institución de Banca de Desarrollo finalizou a divulgação de uma possível venda de títulos em dólares dos EUA, enquanto o Banco Mercantil del Norte SA Institución de Banca Múltiple também encerrou a apresentação de um título baseado nas regras de Nível 2 do Basileia III para investidores globais, informou a IFR.

* O Global Bank Corp. informou que o Deutsche Bank Securities Inc. pretende lançar uma oferta pública de aquisição em dinheiro de todas as notas em circulação a 4,750% com vencimento em 2017 emitidas pelo Global Bank no âmbito do programa de cobertura de títulos no valor de 500 milhões de dólares. O Deutsche Bank pretende vender para o Global Bank as notas que adquirir na oferta pública.

* José Oriol Bosch, diretor da Bolsa de Valores Mexicana BMV, disse que a bolsa tem observado um clima favorável para ofertas públicas, apesar da volatilidade política e econômica, tanto nos EUA como no México, informou o El Financiero. A BMV está atualmente avaliando quatro solicitações feitas para essas ofertas.

* A Fitch Ratings anunciou que os gigantes bancários globais que têm unidades no México dariam grande apoio às suas subsidirárias, se necessário, informou o El Economista. Esse apoio teria impacto mínimo sobre o perfil financeiro da matriz, segundo a Fitch informou, argumentando que o apoio estaria disponível uma vez que o México é um mercado estrategicamente importante.

BRASIL

* O índice de crédito com mais de 90 dias em atraso no setor bancário do Brasil manteve-se a 5,7% em agosto, inalterado em relação ao mês anterior, segundo dados do Banco Central do Brasil. O total de operações de crédito atingiu cerca de 3,12 trilhões de reais no final de agosto, uma ligeira alteração em relação ao mês anterior, mas caiu cerca de 0,6% no comparativo anual. O Banco Central espera que as operações de crédito provenientes de bancos comerciais caiam 2% em 2016, em comparação com a previsão anterior, que era de uma expansão de 1%, informou a Reuters.

* A S&P Global Ratings elevou de B+ para BB- a nota de crédito de emissor em escala global de longo prazo e de brBBB-/brA-3 para brA-/brA-2 as notas de crédito de emissor em escala nacional do Banco BTG Pactual SA. A S&P também retirou todas as notas do alerta (CreditWatch) negativo, observando que o banco conseguiu melhorar a liquidez desde a prisão do ex-CEO André Esteves e está agora em boa posição para cumprir as obrigações de curto prazo.

* No Brasil, os bancos de pequeno e médio porte tiveram que adotar novos modelos de negócios a fim de prosperar em meio às turbulências do ambiente operacional, informou a Fitch Ratings. Para lidar com os desafios, que incluem baixa demanda doméstica, alguns bancos têm optado por não negociar suas ações na Bolsa, enquanto outros têm estabelecido parcerias com bancos de primeira linha.

* Segundo analistas da Fitch Ratings, os bancos estatais brasileiros Banco do Brasil S.A. e Caixa Econômica Federal talvez precisem de injeção de capital por parte do governo em 2018, a menos que, antes, consigam aumentar as reservas de capital, informou a Reuters.

* Rafael Guedes, diretor executivo da Fitch Ratings, disse que a agência deve reavaliar as notas soberanas do Brasil nos próximos 12 a 18 meses, informou o Valor Econômico. Segundo Guedes, após um período de rápida deterioração, a Fitch agora vê sinais de melhora na economia do país.

* João Albino Winkelmann, diretor do comitê de bancos privados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidas dos Mercados Financeiros e de Capitais), disse que as regras do programa de repatriação de ativos do país deve ser flexível para que os titulares de cargos públicos também possam trazer de volta os ativos não declarados que detêm no exterior, informou o Valor Econômico.

* O BTG Pactual Group anunciou que acionistas minoritários que optaram por receber juros sobre capital da Engelhart, uma nova empresa sediada em Luxemburgo criada com a finalidade de separar o segmento de comércio de commodities do BTG, representam apenas 0,4% do capital da nova empresa, informou o Valor Econômico. Em função disso, segundo o banco, a participação do BTG Pactual na Engelhart será diluída de 91,9% para 36,1%.

REGIÃO ANDINA

* O Peru iniciou uma venda de títulos no valor de 806,8 milhões de soles peruanos, com rendimento de 6,375%, informou a IFR, citando um banco que participa da transação. O país também anunciou uma oferta pública de aquisição em dinheiro de seus títulos soberanos com vencimento em 2017, 2020, 2023 e 2026, bem como de seus títulos globais com vencimento em 2019, 2025, 2033 e 2037.

CONE SUL

* A Banchile Compañía de Seguros de Vida S.A. informou que sua diretoria nomeou o diretor Gonzalo Menéndez Duque para ocupar o cargo de vice-presidente, substituindo Jorge Ergas Heymann.

* O Banco de Galicia y Buenos Aires SA, da Argentina, deve receber ofertas não vinculantes pelas suas empresas de serviços financeiros "Efectivo Sí" na primeira semana de outubro, informou o El Cronista. A empresa valeria entre 100 milhões e 120 milhões de dólares.

* A ABIF, associação bancária do Chile, apoia a ideia de que a processadora de pagamentos com cartão Transbank S.A. desenvolva um sistema para processar transações relacionadas a cartões de débito pré-pagos emitidos por entidades não bancárias no país, informou o Diario Financiero, citando Segismundo Schulin-Zeuthen, presidente da ABIF.

PANORAMA DA AMÉRICA LATINA

* Confrontados com baixas taxas de juros, mais regulamentos e ameaças de segurança cibernética, os bancos não têm escolha senão implantar recursos de inteligência artificial a fim de manter a rentabilidade, de acordo com Sergio Ermotti, CEO do UBS Group AG. Uma das principais razões pelas quais os bancos têm lutado para atrair investidores nos últimos anos é o custo crescente com pessoal administrativo, disse o executivo em uma conferência em Genebra.

* Thomas Curry, diretor do Office of the Comptroller of the Currency (órgão fiscalizador dos bancos nacionais) dos EUA, disse que o órgão orientará os bancos sobre como atender às normas de combate à lavagem de dinheiro sem colocar termo às relações que consideram arriscadas, informou a Reuters.

A S&P Global Inc. adquire S&P Global Ratings e Global Market Intelligence.

Paula Mejía contribuiu para esse artigo.

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