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Peru reduz requisitos de reservas; PIB de Cuba cai 0,9%

* O Banco Central de Reserva del Perú anunciou que pretende cortar o requisito de reserva de margem de depósitos em dólares norte-americanos em janeiro de 2017 dos atuais 70% para 48%, informou a Reuters. O banco central também planeja reduzir a exigência de reservas para depósitos em moeda local de 6,5% para 6%. Juntos, os dois cortes deverão injetar 300 milhões de soles peruanos no sistema financeiro do Peru.

* O presidente cubano Raúl Castro declarou que a economia do país sofreu contração de 0,9% em 2016, apesar de registrar crescimento de 1% no primeiro semestre, informou a Reuters. "As tensões e os desafios financeiros que podem se intensificar novamente em certas circunstâncias persistirão, mas esperamos que o produto interno bruto cresça moderadamente, em torno de 2% em 2017", teria dito Castro.

MÉXICO E AMÉRICA CENTRAL

* Embora a exposição dos bancos de desenvolvimento mexicanos ao setor de energia tenha aumentado acentuadamente em 2016, os bancos não foram afetados negativamente, até o momento, pela situação financeira problemática das empresas de energia, informou o El Economista, citando o banco central do México.

BRASIL

* O presidente do Banco do Brasil SA, Paulo Caffarelli, reiterou o objetivo do banco de alcançar um índice de capital de 9,5%, de acordo com os requisitos do Acordo da Basileia III até 2019, sem a ajuda do governo, informou o Valor Econômico. O banco estatal não está contando com a venda de ativos para atingir sua meta de capital, mas poderá se desfazer de ativos não essenciais, observou o executivo. O banco espera reduzir os custos administrativos em até 750 milhões de reais até junho de 2017, enquanto seu plano de incentivo à aposentadoria deve fornecer até 2,4 bilhões de reais em economia de custos até dezembro de 2017, conforme a publicação divulgou separadamente.

* O presidente do Banco do Brasil SA, Paulo Rogerio Caffarelli, declarou que o governo brasileiro não forçou os credores estatais a reduzir suas margens, mas os custos de empréstimos provavelmente diminuirão, já que o banco central continua cortando a taxa Selic, informou a Reuters. "Há uma predisposição no setor financeiro para acompanhar a queda do Selic", disse o executivo a jornalistas.

* O Banco Central do Brasil anunciou que a dívida bruta do setor público atingirá 76,9% do PIB em 2017, um aumento em relação aos 70,5% de novembro, informou a Reuters. A dívida líquida, por sua vez, deverá aumentar de 43,8% em novembro para 52,5% do PIB em 2017.

REGIÃO ANDINA

* O regulador financeiro da Colômbia anunciou que um total de 429.587 reclamações de clientes foram apresentadas contra empresas financeiras locais no terceiro trimestre, das quais 64% foram contra bancos, informou o La República. A maioria das queixas contra bancos estava relacionada a cartões de crédito.

* O banco central venezuelano recebeu um terceiro carregamento de novas notas de 500 bolívares, mas as notas ainda não foram colocadas em circulação, informou o Gestión. O governo do país solicitou as novas notas, que estavam originalmente programadas para entrar em circulação em 15 de dezembro, para administrar a inflação desenfreada. O atraso em sua emissão resultou em escassez de dinheiro e distúrbios generalizados.

CONE SUL

* O Banco Central de la República Argentina manteve sua taxa de juros de referência de 35 dias em 24,75% em sua última decisão de política monetária de 2016. A inflação média mensal foi de 1,5% entre julho e novembro, informou o banco central em um comunicado, acrescentando que a expectativa é de que a inflação em dezembro seja mais baixa, o que sinaliza que o banco está no caminho certo para atingir sua meta de inflação média mensal de 1.5% ou menos no último trimestre.

* Um juiz federal na Argentina indiciou a ex-presidente Cristina Kirchner e outros funcionários de seu governo sob acusações de corrupção "que incluem a apreensão deliberada de fundos destinados principalmente a obras de estradas públicas", informou a Reuters. Cristina Kirchner negou qualquer irregularidade e culpa o atual presidente Mauricio Macri de usar os tribunais para atingi-la.

* Um total de 90 bilhões de dólares em ativos foram declarados até agora como parte do programa de anistia fiscal do governo argentino, que vai até 31 de março de 2017, informou a Reuters. O ministro da Economia, Alfonso Prat-Gay, disse que o programa tem sido "um sucesso extraordinário". O governo espera que os fundos declarados ajudem a estimular o crescimento econômico. Dados oficiais mostraram que a atividade econômica declinou 4,7% em outubro em relação ao ano passado.

* O governo uruguaio pretende criar uma nova unidade de contabilidade similar à unidade indexada à inflação do país (UI), informou o El País. A nova unidade, ainda sem nome e vinculada a um índice de salários nominal, será utilizada principalmente na emissão de dívida pública.

* Os bancos internacionais acreditam que a saída do ministro da economia argentino, Alfonso Prat-Gay, não alterará as expectativas de crescimento no país, informou o El Cronista. Os operadores disseram que Prat-Gay tinha flexibilidade muito limitada no cargo e, por isso, Luis Caputo, atual secretário de finanças que chefiará a nova divisão de finanças do país, assumiu a liderança na maioria das questões econômicas. Prat-Gay foi convidado a desligar-se do cargo, alegadamente devido a diferenças sobre o estilo de gestão.

Paula Mejía contribuiu para esse artigo.

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