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O S&P 500 Christian Values Screened Index: um novo benchmark para atender às necessidades baseadas na fé

IA, energia e tudo mais: estratégias temáticas em julho de 2025

Salsa, cumbia e bossa nova: os mercados mundiais dançam ao ritmo latino

O aumento no uso de modelos exige o aprimoramento da inteligência e distribuição de dados

Qualidade desde a concepção: uma análise aprofundada do S&P SmallCap 600

O S&P 500 Christian Values Screened Index: um novo benchmark para atender às necessidades baseadas na fé

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María Sánchez

Director, Sustainability Index Product Management, U.S. Equity Indices

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 8 de setembro de 2025.

A S&P Dow Jones Indices (S&P DJI) lançou o S&P 500® Christian Values Screened Index em setembro de 2025. Esse marco reflete a filosofia da S&P DJI como provedor de índices independente: oferecer opções para os participantes do mercado e manter a objetividade e a governança exigidas pelos investidores institucionais.

A origem do investimento baseado em valores pode ser rastreada aos cristãos do século XVIII nos EUA e na Europa que evitavam investimentos relacionados à escravidão, pelo que estabeleceram uma prática de exclusão. No entanto, as estruturas do cristianismo protestante enfrentaram desafios para desenvolver soluções de nível institucional devido às diversas interpretações teológicas que precisam de conhecimentos especializados. A Bountiful Financial, pioneira em investimentos baseados na fé, mudou isso com sua nova estrutura de investimento cristão evangélico.

Usando conselhos consultivos estruturados, a Bountiful incorpora perspectivas autênticas da comunidade da fé na sua estrutura cristã evangélica. Essa abordagem orientada pela governança busca aderir às expressões dos valores cristãos e, ao mesmo tempo, manter o rigor institucional. A estrutura cristã evangélica permite que a S&P DJI atenda com mais confiança à demanda dos participantes do mercado por soluções comprometidas com a fé específicas.

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IA, energia e tudo mais: estratégias temáticas em julho de 2025

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Sabatino Longo

Analyst, Global Equity & Thematic Indices Product Management

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 8 de agosto de 2025.

A partir do lançamento do primeiro Dashboard de estratégias temáticas da S&P, a edição de julho analisa o desempenho mensal de um conjunto amplo de temas para descobrir as dinâmicas-chave do mercado. Concebido como uma lente temática do mercado, o dashboard desenvolvido em colaboração com a Theia Insights oferece perspectivas ricas sobre o desempenho do mercado, aproveitando cerca de 200 temas que moldam a economia global. Nele se destacam os temas com melhor e pior desempenho, integra indicadores macroeconômicos e de sentimento e oferece perspectivas multifacetadas sobre regiões, setores, megatendências e fatores.

O desempenho das estratégias temáticas deste mês foi moldado pela demanda por infraestrutura impulsionada pela IA, pelo renovado entusiasmo dos investidores pelas tecnologias de saúde de precisão e pelo momento sustentado no setor de transição energética. Em contrapartida, os segmentos tradicionais de saúde (por exemplo, Seguros de Saúde) e os temas relacionados com o consumo tiveram um desempenho inferior. Além disso, a legislação recente relacionada ao setor de criptomoedas alimentou o otimismo dos investidores em grande parte do ecossistema de criptomoedas, particularmente no tema das stablecoins.

Infraestrutura de inteligência: a IA impulsiona a demanda computacional

No topo da tabela de classificação, a categoria Centros de Dados e Computação de Alto Desempenho registrou um desempenho mensal notável de 13,40%, que se soma ao seu aumento acumulado no ano de 32,06%. Os compromissos multimilionários da Meta e do Google com a infraestrutura de IA, denominados “fábricas de IA”, foram recebidos positivamente pelos mercados. Suas receitas apresentaram ganhos em parte devido a esse significativo gasto de capital. O acesso limitado a energia confiável e capacidade de rede para infraestruturas de IA que consomem muita energia, que antes era um gargalo crítico, agora está sendo ativamente abordado por meio de uma onda de investimentos em energia nuclear e soluções de energia renovável mais armazenamento. Esses temas também apresentaram retornos sólidos em julho, conforme resumido mais adiante no documento.

Os setores adjacentes de infraestrutura de IA também se beneficiaram: Comunicações Ópticas e Optoeletrônica subiu 10,65% e obteve sólidos retornos de dois dígitos, impulsionado por avanços recordes em velocidades de transmissão de dados e integração de fotônica de silício.

Divisão na saúde: a inovação se fortalece enquanto os serviços enfraquecem

Uma divergência acentuada definiu o âmbito da saúde.

Por um lado, os temas biotecnológicos impulsionados pela inovação ganharam força significativa.

  • A categoria Cannabis e Psicodélicos subiu 13,23%, graças aos dados clínicos que validam o potencial terapêutico da psilocibina e aos avanços normativos na Europa.
  • Genômica e Edição Genética aumentou 11,59%, uma vez que os avanços no diagnóstico genético baseado em inteligência artificial e no rastreamento genômico de recém-nascidos ampliaram a relevância do setor.
  • Da mesma forma, Terapia contra o Câncer também teve um bom desempenho, com uma alta de 10,36%, graças aos avanços na medicina de precisão.

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Salsa, cumbia e bossa nova: os mercados mundiais dançam ao ritmo latino

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Diego Zurita

Senior Analyst, Global Equities & Thematics

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 13 de agosto de 2025.

Este ano, a América Latina tem sido a música mais alta na discoteca do mercado de ações. Como mostra o quadro 1, o S&P Latin America BMI (alta de 24,7% no acumulado do ano) ganhou de outras regiões na maior parte do ano.

Salsa, cumbia e bossa nova: os mercados mundiais dançam ao ritmo latino: Quadro 1

É importante destacar que o S&P Latin America BMI está se recuperando de ter sido a região com o pior desempenho no ano passado, quando fechou com uma queda de 24,4%. Como demonstra o quadro 2, desde 2019, a região teve períodos de desempenho superior e desempenho inferior.

Salsa, cumbia e bossa nova: os mercados mundiais dançam ao ritmo latino: Quadro 2

Até o fechamento de julho, todos os países que compõem o S&P Latin America BMI tiveram uma alta superior a 20% no acumulado do ano, e a Colômbia liderou estes resultados com 46,5% (veja o quadro 3). O Brasil e o México, que têm os maiores pesos no S&P Latin America BMI, contribuíram com 13,2% e 7,7% para o retorno geral do índice, respectivamente.

Salsa, cumbia e bossa nova: os mercados mundiais dançam ao ritmo latino: Quadro 3

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O aumento no uso de modelos exige o aprimoramento da inteligência e distribuição de dados

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Brandon Hass, CIMA

Global Head of Client Solutions Group, Direct Indexing and Model Portfolios

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 30 de julho de 2025.

O aumento no uso de carteiras modelo entre os gestores de patrimônio estimulou os gestores de ativos, os home offices e outros fornecedores de modelos a expandir suas ofertas. Acessar dados de qualidade sobre os índices subjacentes é essencial para o desenvolvimento dos modelos, e em alguns casos, pode ser uma barreira para a inovação de produtos.

Um recente artigo da Cerulli Associates examina os desafios que os gestores de ativos e home offices enfrentam para acessar dados de qualidade; além disso, salienta o papel que os provedores de índices que possuem recursos de dados expansíveis e fáceis de usar podem desempenhar para ajudar os provedores de modelos a diferenciar suas ofertas.

Por que os consultores estão aumentando seu uso de modelos

Muitos consultores agora veem o planejamento financeiro como seu principal diferencial, em vez da gestão de investimentos, já que seus clientes estão mais focados em alcançar metas financeiras específicas do que em ganhar de seus benchmarks. Como consequência, as carteiras modelo se destacaram como uma maneira eficiente para os consultores terceirizarem a construção de carteiras e dedicarem mais tempo a atender seus clientes e a expandir seus negócios.

Os home offices também estão incentivando seus consultores a incorporar modelos. Os modelos podem ajudar os consultores a expandir seus negócios fornecendo uma experiência para o cliente mais consistente, centralizando a tomada de decisões de investimento e reduzindo os riscos de cumprimento regulatório. A Cerulli espera que essas dinâmicas façam que a quantidade de ativos sob administração por meio de modelos cresça para US$ 2,9 trilhões no final de 2025, o que seria um aumento de 38% desde 2023.

O aumento no uso de modelos exige o aprimoramento da inteligência e distribuição de dados: Quadro 1

Analisando o desafio que os dados apresentam para os modelos

À medida que os home offices e gestores de ativos buscam expandir e diferenciar suas plataformas de modelos, muitos começaram a trabalhar com provedores de índices para obter os dados necessários para desenvolver premissas do mercado de capitais e construir modelos.

No entanto, a capacidade dos provedores de índices para distribuir os dados que os provedores de modelos precisam pode variar significativamente. Para utilizar os dados de índices de forma eficaz na construção de carteiras modelo, a pesquisa da Cerulli sugere que os provedores de modelos se concentrem em quatro fatores importantes:

  • Qualidade: abrange o desempenho confiável dos índices, análises de atribuição de retorno e atualizações de rebalanceamento oportunas.
  • Rentabilidade: equilíbrio entre as taxas de licenciamento e a utilidade dos dados.
  • Amplitude: fornecimento de dados abrangentes sobre várias classes de ativos e regiões geográficas.
  • Facilidade de uso e acesso: que possibilite o consumo e o processamento eficientes por meio de métodos de distribuição eficazes.

É particularmente importante que os gestores de modelos considerem esses dois últimos pontos na hora de avaliar as empresas para obter dados de forma eficiente. Trabalhar com provedores de índices que oferecem dados abrangentes sobre as diferentes classes de ativos (incluindo mercados mais fragmentados tais como a renda fixa, renda variável internacional e os investimentos alternativos) poderia ajudar a otimizar o desenvolvimento dos modelos, eliminar lacunas nos dados e reduzir o risco de incongruência ou sobreposição dos dados de investimento obtidos de diferentes fontes.

Os provedores de modelos também precisam de fornecedores de dados que possam entregar essas informações por meio de canais eficientes e fáceis de usar. O gerenciamento de modelos exige atualizações de dados frequentes e contínuas para facilitar respostas rápidas às mudanças no mercado, e os métodos de fornecimento antiquados e manuais podem causar atritos. A Cerulli indica que a entrada de dados otimizada e a integração tecnológica permitem que os provedores de modelos criem carteiras mais rapidamente, melhorando a eficiência operacional.

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Qualidade desde a concepção: uma análise aprofundada do S&P SmallCap 600

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 30 de julho de 2025.

El S&P SmallCap 600® representa el mercado de acciones de baja capitalización de EE. UU. al seguir el desempeño de empresas que cumplen criterios específicos de liquidez y viabilidad financiera. Si bien tanto el S&P 600® como el Russell 2000 se dirigen a este segmento, su rendimiento ha divergido significativamente. Desde 1994, el S&P 600 (construido sobre una metodología basada en reglas) ha vencido consistentemente al Russell 2000, ofreciendo un rendimiento medio superior en 1.6% y con menor volatilidad, lo que se traduce en una mejora de 0.1 en el rendimiento ajustado por riesgo. Esta brecha se amplió en períodos más largos (ver figura 1).

Qualidade desde a concepção: uma análise aprofundada do S&P SmallCap 600: Quadro 1

Un factor clave de este rendimiento superior ha sido la exposición estadísticamente significativa del S&P 600 al factor de calidad, que explica aproximadamente el 74.7 % de su rendimiento superior histórico. A diferencia del Russell 2000, el S&P 600 aplica un filtro de selección por ganancias que exige una rentabilidad constante a los nuevos componentes, característica históricamente vinculada al rendimiento superior de las empresas de baja capitalización. Nuestro análisis examina si ese filtro ha respaldado la inclinación hacia calidad del índice (ver figura 2).

Qualidade desde a concepção: uma análise aprofundada do S&P SmallCap 600: Quadro 2

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