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As soluções de índices em evolução estão trazendo transparência aos mercados privados

Créditos de carbono: o jogo da diversificação

O país dos índices

Pontuação e filtragem dos líderes de capitalização média

Navegando pela volatilidade cambial no Brasil com crédito em dólares americanos

As soluções de índices em evolução estão trazendo transparência aos mercados privados

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Wanying Wu

Senior Analyst, Private Markets Indices

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 13 de outubro de 2025.

O cenário dos investimentos está passando por uma transformação acentuada, à medida que o campo dos mercados privados tem gerado um interesse crescente entre novas classes de investidores. Essa mudança reflete uma reavaliação mais ampla da diversificação, do potencial de retorno e das estratégias de construção de carteiras. À medida que o interesse no capital privado e no crédito privado continua a crescer, a S&P Dow Jones Indices (S&P DJI) busca apoiar essa demanda crescente por meio de soluções inovadoras baseadas em índices que promovem transparência, eficiência e acessibilidade.

As soluções de índices em evolução estão trazendo transparência aos mercados privados: Quadro 1

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Créditos de carbono: o jogo da diversificação

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William Kennedy

Commercial Rotational Program Analyst

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 15 de setembro de 2025.

À medida que os mercados financeiros respondem à atual transição energética, os participantes do mercado exploram formas de abordar os riscos e as oportunidades relacionados. Os índices podem fornecer insights sobre esses fatores. Nesse contexto, o
S&P Global Carbon Credit Index, que completou seis anos em 25 de julho de 2025, apresenta-se como uma possível ferramenta para aprimorar a diversificação e ajudar a entender o desempenho dos mercados de créditos de carbono subjacentes.

O S&P Global Carbon Credit Index acompanha o segmento mais líquido dos mercados de contratos futuros de créditos de carbono negociáveis, incluindo contratos futuros de licenças da União Europeia, licenças do Reino Unido, licenças de carbono da Califórnia e licenças da Iniciativa Regional de Gases de Efeito Estufa e licenças de carbono de Washington (WCA), utilizando dados de precificação dos contratos futuros da ICE.

O quadro 1 apresenta uma matriz de correlação que utiliza retornos móveis de cinco dias de negociação para comparar o S&P Global Carbon Credit Index com índices tais como o S&P/IFCI Composite, iBoxx $ Liquid High Yield Index, iBoxx $ Liquid Investment Grade Index, S&P Listed Private Equity Index, S&P 500® e o S&P United States REIT, abrangendo o período de 25 de julho de 2019 até 25 de julho de 2025. Os resultados desta análise mostram que o S&P Global Carbon Credit Index apresentou uma correlação baixa com esses índices tradicionais, particularmente com o iBoxx $ Liquid Investment Grade Index e o iBoxx $ Liquid High Yield Index, que tiveram valores de correlação de 0,23 e 0,36, respectivamente.

Para mais detalhes sobre como os contratos futuros de créditos de carbono podem ajudar a mitigar as exposições a emissões e os riscos de transição energética, veja Beyhan, Maya, e Kennedy, William, “The role of indexes in the energy transition”, S&P Global, 4 de março de 2025.

Créditos de carbono: o jogo da diversificação: Quadro 1

Para avaliar as possíveis características de diversificação do S&P Global Carbon Credit Index, exploramos 13 composições hipotéticas, conforme ilustrado no quadro 2. Começando com a composição 1, que continha apenas os índices #2 a #7, no quadro 1, examinamos o impacto hipotético de adicionar peso ao S&P Global Carbon Credit Index em incrementos de 5%, mantendo as proporções relativas originais dos pesos restantes da composição. Como consequência, rebalanceamos cada composição diminuindo proporcionalmente os pesos dos outros índices, garantindo que eles mantivessem suas proporções de alocação iniciais da composição 1 em todas as composições seguintes, e excluímos o peso do S&P Global Carbon Credit Index. Por exemplo, na composição 1, o S&P 500 representa 25% da composição. Na composição 2, com a adição do S&P Global Carbon Credit Index em 5%, o peso do S&P 500 é ajustado para 23,75%, refletindo 25% do 95% da composição total.

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O país dos índices

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Anu R. Ganti

Head of U.S. Index Investment Strategy

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 10 de setembro de 2025.

Vincular o investimento a índices significa fornecer, de forma passiva, uma estratégia anteriormente disponível apenas por meio da gestão ativa. Até o início da década de 1970, não existiam os fundos baseados em índices; todos os ativos eram gerenciados ativamente. A transferência de ativos da gestão ativa para passiva é uma das tendências mais importantes na história financeira moderna. A nossa última Pesquisa anual de ativos mostrou que os ativos que acompanham o S&P 500® cresceram para US$ 13 trilhões até dezembro de 2024.

Um dos motivos da popularidade do investimento baseado em índices é o seu baixo custo em comparação com a gestão ativa. À medida que o investimento passivo cresceu, os investidores se beneficiaram significativamente ao economizar em taxas. Podemos estimar a economia em taxas de gestão multiplicando a diferença entre as taxas de despesas médias dos fundos mútuos de ações ativos e de índices pelo valor total dos ativos que acompanham o The 500™, o S&P MidCap 400® e o S&P SmallCap 600®.

Quando somamos os resultados, podemos observar que a economia em taxas de gestão em 2024 foi de US$ 52 bilhões (veja o quadro 1), o que representa um aumento de US$ 12 bilhões em relação à economia de US$ 40 bilhões observada em 2023. Certamente, essa estimativa de US$ 52 bilhões minimiza a economia de custos total da indústria de índices, uma vez que abrange índices apenas da S&P Dow Jones Indices (e nem todos eles).

O país dos índices: Quadro 1

Obviamente, a economia em custos gerada pela mudança da gestão ativa para passiva seria irrelevante se os participantes do mercado perdessem mais pela deficiência do desempenho do que ganham com a redução das taxas. No entanto, como bem sabem os leitores de nossos relatórios SPIVA®, esse definitivamente não é o caso: a maioria dos gestores ativos tiveram um desempenho inferior na maioria das vezes. Se analisarmos nossos mais de 24 anos de história, podemos ver que os gestores ativos de capitalização alta alcançaram um desempenho superior generalizado em apenas 3 anos. O desempenho inferior de longo prazo é ainda pior, 91% de todos os gestores de large cap dos EUA perderam para o S&P 500 ao longo dos 20 anos que terminaram em junho de 2025. A ascensão da gestão passiva é uma consequência do baixo rendimento da gestão ativa.

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Pontuação e filtragem dos líderes de capitalização média

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Maya Beyhan

Global Head of Sustainability, Index Investment Strategy

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 8 de setembro de 2025.

Em uma análise anterior, examinamos o S&P MidCap 400® Scored & Screened Index, que é um índice derivado do benchmark do mercado amplo S&P MidCap 400. O S&P MidCap 400 Scored & Screened Index apresenta características-chave, como menor concentração em comparação com o S&P 500®, bem como ponderações setoriais semelhantes às do S&P MidCap 400.

Nesta análise, voltaremos nossa atenção para um benchmark de sustentabilidade do segmento de capitalização média: o S&P MidCap 400 Scored & Screened Leaders Index e destacaremos suas principais características.

Lançado em 9 de abril de 2025, o S&P MidCap 400 Scored & Screened Leaders Index mede o desempenho de valores com pontuações ESG acima da média e exclui empresas que obtêm receitas de atividades comerciais especificas ou que não estão em conformidade com o Pacto Global das Nações Unidas.

O quadro 1 resume a relação entre o uso das pontuações ESG, a concentração e a cobertura da capitalização de mercado de vários índices pertencentes aos segmentos de capitalização alta e média, até 30 de maio de 2025. As referências a “pontuado” (scored, em inglês) a seguir e no nome do índice indicam o uso das pontuações ESG da S&P Global para selecionar os componentes do índice; por outro lado, a concentração (medida no eixo x) é baseada na ponderação total das 10 maiores ações em cada índice. O tamanho das bolhas reflete a cobertura da capitalização de mercado.

Pontuação e filtragem dos líderes de capitalização média: Quadro 1

No quadro 1 podemos observar que os índices de capitalização média apresentaram uma concentração relativamente menor em comparação com os índices baseados no S&P 500®, e esse padrão também foi identificado em nossa análise anterior. Especificamente, o S&P MidCap 400 Scored & Screened Leaders Index teve uma concentração de 12,7% em suas 10 maiores ações, a mais alta entre os índices de capitalização média; mas esse número é notavelmente inferior à concentração de 46,4% do S&P 500 Scored & Screened Leaders Index.

Além disso, o quadro revela que, à medida que a concentração aumenta, as pontuações ESG tendem a subir e a cobertura de capitalização de mercado diminui.

O S&P MidCap 400 Scored & Screened Leaders Index atingiu a maior pontuação ESG entre os índices mid cap de 38,1, em comparação com a pontuação de 34,0 do S&P MidCap 400. No entanto, também apresentou a menor cobertura da capitalização de mercado de 50%.

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Navegando pela volatilidade cambial no Brasil com crédito em dólares americanos

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Sally Wang

Associate Director, Fixed Income Product Management

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 24 de setembro de 2025.

O mercado brasileiro de renda fixa é um dos mais profundos entre os mercados emergentes, com uma dívida pública pendente de mais de 8 trilhões de reais (aproximadamente 75% do PIB) e um mercado de títulos de dívida corporativa dominado por instrumentos flutuantes atrelados ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

Os participantes do mercado doméstico estão acostumados a altos rendimentos nominais; os títulos do Tesouro local vinculados à Selic frequentemente oferecem retornos de dois dígitos, criando um forte viés para o mercado interno. No entanto, por mais atraentes que essas taxas básicas possam parecer para alguns participantes do mercado, elas não são um substituto para a exposição diversificada ao crédito. Para alocadores institucionais, os títulos corporativos denominados em dólares americanos podem proporcionar acesso a emissores mundiais, setores da indústria e prêmios de crédito que não estão totalmente representados no Brasil.

O desafio, no entanto, é que a exposição ao crédito em dólares não coberta tende a vir com uma volatilidade cambial significativa, em muitos casos, as variações do real brasileiro podem sobrepujar o desempenho do crédito subjacente. Essa tensão entre a riqueza do carry local e a diversificação dos mercados globais levanta uma questão central para os alocadores de ativos: como os participantes do mercado brasileiro podem acessar os mercados de crédito do mundo enquanto gerenciam o risco cambial excessivo?

Navegando pela volatilidade cambial no Brasil com crédito em dólares americanos: Quadro 1

Apresentando os índices iBoxx BRL Hedged USD Credit

Para enfrentar esse desafio, a S&P Dow Jones Indices (S&P DJI) lançou dois novos índices: o iBoxx USD Liquid Investment Grade BRL Hedge Carry Index (BRL) e o iBoxx USD Liquid High Yield BRL Hedge Carry Index (BRL).

Usando uma estrutura de caixa, títulos de dívida e contratos futuros, os novos índices buscam reduzir a volatilidade cambial enquanto preservam o potencial de rendimento. Para equilibrar o acesso ao crédito com a gestão de risco, o iBoxx USD Liquid Investment Grade BRL Hedge Carry Index (BRL) tem um peso de 30% no iBoxx $ Liquid Investment Grade Index (BRL) para crédito central, um peso de 70% em caixa ganhando a taxa interbancária CETIP para atuar como um amortecedor de volatilidade e fonte de margem, e aplica uma sobreposição de -30% em contratos futuros em reais por meio do S&P/B3 BRL-USD Mini Futures Index (BRL) ER a fim de fornecer uma cobertura estrutural contra o risco cambial.

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