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Latin America Persistence Scorecard May 2020

Scorecard de Persistência na América Latina - Maio 2020

Scorecard de Persistencia para América Latina - Mayo 2020

SPIVA® India Year-End 2019

SPIVA® Japan Year-End 2019

Latin America Persistence Scorecard May 2020

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Gaurav Sinha

Managing Director, Head of Americas Global Research & Design

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María Sánchez

Associate Director, Global Research & Design

INTRODUCTION

  • A key dimension of any active versus passive debate is managers' ability to consistently deliver above-average returns over multiple periods. Persistence in performance is one way to differentiate skill from luck.
  • In this report, we measure the performance persistence of active funds in Brazil, Chile, and Mexico that outperformed their peers over consecutive three- and five-year periods. We also analyze how their performance ranking transitioned over subsequent periods.

SUMMARY OF RESULTS

Brazil

  • Exhibit 2 highlights the inability of top-performing equity fund managers to consistently replicate their success in subsequent years - regardless of size focus, by the fourth year, no fund remained in the top quartile.

  • Within fixed income, results in the government bond funds category were similar. However, the corporate bond funds category painted a slightly different picture; while the majority of managers were not able to maintain consistent outperformance for five years in a row, a noticeable 28% them were able to do so.
  • The five-year transition matrix highlights that top-quartile equity (30%), large-cap equity (38%), and government bond (70%) funds that remained active had a higher likelihood of remaining in the top quartile in the second five-year period.
  • Mid- and small-cap equity funds had a high frequency of closures - even for equity funds in the top quartile in the first five-year period, 30% were eventually merged or liquidated in the second five-year period. Thus, overall, a fund had a higher chance of shutting down than of remaining in the top quartile.
  • Top-quartile fund managers focused on corporate bond funds fared particularly poorly, as no manager remained in the top quartile in the second five-year

Chile

  • A minority of Chilean high-performing equity funds (10%) stayed in the top quartile for three consecutive years.
  • Exhibit 2 demonstrates the lack of persistence by equity managers in Chile - just 9% of top-performing funds in the first 12-month period repeated their outperformance in the second period. None of them persisted in the subsequent periods.
  • The five-year transition matrix shows top-quartile managers in the first period that remained live in the second period were more likely to stay in the first quartile or to move to quartile two. However, a significant percentage of funds eventually shut down in the second period, especially the ones in the second and third quartile (50% and 60% respectively).

Mexico

  • No funds in the Mexican equity category managed to stay in the top quartile for three consecutive years.
  • The five-year performance persistence test shows that top-quartile managers had difficulty replicating their outperformance in future years. After one year, just 20% of managers remained in the top quartile, and by year two, that percentage dropped to 10%.
  • Exhibit 5 shows that top-quartile managers in the first five-year period were resilient and survived in the second five-year period, regardless of the quartile they ended in.
  • As observed in the SPIVA® Latin America Year-End 2019 Scorecard, Mexico had a higher rate of survivorship than Brazil and Chile in the five-year period.

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Scorecard de Persistência na América Latina - Maio 2020

INTRODUÇÃO

  • Uma das dimensões fundamentais de qualquer debate entre gestão ativa e passiva é a capacidade de um gestor proporcionar rendimentos acima da média durante vários períodos de maneira consistente. A persistência no desempenho é uma forma de diferenciar entre habilidade e sorte.
  • Neste relatório, medimos a persistência dos fundos de gestão ativa no Brasil, Chile e México que ultrapassaram os seus pares durante períodos consecutivos de três e cinco anos. Também analisamos como mudou a sua classificação de desempenho em períodos posteriores.

RESUMO DOS RESULTADOS

Brasil

  • O quadro 2 destaca a incapacidade dos gestores de melhor desempenho para replicar o seu sucesso de forma consistente nos anos seguintes. Após quatro anos, observamos que não houve gestores que continuassem no primeiro quartil, independentemente da categoria de tamanho.
  • Dentro do segmento de renda fixa, os resultados da categoria de fundos de dívida pública foram similares. No entanto, a categoria de fundos de títulos de dívida corporativa mostrou uma imagem ligeiramente diferente: embora a maioria dos gestores ativos não tenha conseguido manter um desempenho superior consistente por cinco anos consecutivos, um percentual importante deles pôde fazer isso (28%).
  • A matriz de transição de cinco anos (quadro 5) destaca que os fundos do primeiro quartil nas categorias de renda variável (30%), large cap (38%) e títulos de dívida pública (70%) que permaneceram ativos tiveram uma maior probabilidade de manter a sua posição durante o segundo período de cinco anos do que passar para os demais quartis.
  • Os fundos mid cap e small cap apresentaram uma alta frequência de fechamentos. Mesmo na categoria de renda variável, dos fundos classificados no primeiro quartil durante o primeiro período de cinco anos, 30% foram fundidos ou liquidados durante o segundo período. É por isso que, em geral, um fundo teve maiores possibilidades de ser encerrado do que permanecer no primeiro quartil.
  • Os gestores de fundos situados no primeiro quartil que se centraram em títulos de dívida corporativa tiveram um desempenho particularmente fraco, uma vez que nenhum se manteve no primeiro quartil durante o segundo período de cinco anos. A maioria destes fundos fechou (80%), enquanto o resto (20%) passou para o segundo quartil.

Chile

  • Uma minoria (10%) dos fundos de renda variável de desempenho elevado no Chile se manteve no quartil superior durante três anos consecutivos (quadro 1).
  • O quadro 2 demonstra a falta de persistência dos gestores de renda variável no Chile: somente 9% dos fundos de melhor desempenho durante o primeiro período de 12 meses mantiveram a sua condição durante o segundo período. Nenhum destes fundos conseguiu manter o seu desempenho nos períodos seguintes.
  • A matriz de transição de cinco anos mostra que os gestores classificados no primeiro quartil durante o primeiro período, que permaneceram ativos durante o segundo período, tiveram mais possibilidades de continuar nesse quartil ou de passar para segundo quartil. No entanto, um número importante de fundos eventualmente fechou durante o segundo período, especialmente aqueles situados no terceiro quartil (50% e 60%, respectivamente).

México

  • Nenhum fundo na categoria de renda variável do México conseguiu se manter no primeiro quartil durante três anos consecutivos (confira o quadro 1).
  • A análise de persistência do desempenho superior de cinco anos (confira o quadro 2) mostra que os gestores classificados no primeiro quartil tiveram dificuldades para repetir o seu desempenho superior nos anos posteriores. Após um ano, apenas 18% dos gestores se mantiveram no primeiro quartil. No segundo ano, essa percentagem caiu para 10%.
  • O quadro 5 mostra que os gestores classificados no primeiro quartil durante o primeiro período de cinco anos apresentaram uma maior resiliência e sobreviveram durante o segundo período, independentemente do quartil em que acabaram.
  • Como observamos no nosso Scorecard SPIVA® da América Latina, o México teve uma maior taxa de sobrevivência de fundos do que o Brasil e o Chile no período de cinco anos.

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Scorecard de Persistencia para América Latina - Mayo 2020

INTRODUCCIÓN

  • Una de las dimensiones fundamentales de cualquier debate entre gestión activa y pasiva es la capacidad de un administrador para proporcionar rendimientos superiores al promedio durante varios períodos de manera consistente. La persistencia en el desempeño es una forma de diferenciar entre habilidad y suerte.
  • En este scorecard, medimos la persistencia en el desempeño de los fondos en Brasil, Chile y México que superaron a sus pares durante períodos de tres y cinco años consecutivos. También analizamos cómo cambió su clasificación de desempeño en períodos posteriores.

RESUMEN DE RESULTADOS

Brasil

  • La figura 2 destaca la incapacidad de los administradores de mejor desempeño para replicar su éxito de forma consistente durante los años siguientes. Luego de cuatro años, observamos que ningún administrador permaneció en el primer cuartil, independientemente de la categoría de tamaño.
  • Dentro del segmento de renta fija, los resultados de la categoría de fondos de bonos gubernamentales fueron similares. Sin embargo, la categoría de fondos de títulos corporativos mostró una imagen ligeramente diferente: si bien la mayoría de los adminsitradores no logró mantener un desempeño superior consistente por cinco años consecutivos, un porcentaje destacable de ellos (28%) sí pudo.
  • La matriz de transición de cinco años (ver figura 5) destaca que los fondos del primer cuartil en las categorías de renta variable (30%), alta capitalización (38%) y bonos gubernamentales (70%) que permanecieron activos tuvieron una mayor probabilidad de mantenerse en dicho cuartil durante el segundo período de cinco años que de bajar a los demás cuartiles.
  • Los fondos de capitalización media y baja presentaron una alta frecuencia de cierres. Incluso en la categoría de renta variable, de los fondos clasificados en el primer cuartil durante el primer período de cinco años, 30% fueron fusionados o liquidados durante el segundo período. Por ende, en general, un fondo tuvo mayores probabilidades de cerrar que de permanecer en el primer cuartil.
  • Los administradores de fondos ubicados en el primer cuartil que se enfocaron en títulos corporativos tuvieron un desempeño particularmente bajo, dado que ninguno se mantuvo en el primer cuartil durante el segundo período de cinco años. La mayoría de esos fondos cerró (80%), mientras que el resto (20%) se movió hacia el segundo cuartil.

Chile

  • La menor parte (10%) de los fondos de renta variable de alto desempeño en Chile se mantuvo en el cuartil superior por tres años consecutivos (ver figura 1).
  • La figura 2 demuestra la falta de persistencia de los administradores de renta variable en Chile: solamente 9% de los fondos de mejor desempeño durante el primer período de 12 meses mantuvo su desempeño superior durante el segundo período. Ninguno de estos fondos consiguió mantener dicho desempeño en los períodos siguientes.
  • La matriz de transición de cinco años muestra que los administradores clasificados en el primer cuartil durante el primer período, que permanecieron activos durante el segundo período, tuvieron mayores probabilidades de permanecer en dicho cuartil o de moverse al segundo. Sin embargo, un porcentaje importante de fondos eventualmente cerró durante el segundo período, especialmente aquellos situados en el segundo y tercer cuartil (50% y 60%, respectivamente).

México

  • Ningún fondo en la categoría de renta variable de México consiguió mantenerse en el primer cuartil durante tres años consecutivos (ver figura 1).
  • El análisis de persistencia del desempeño durante cinco años (ver figura 2) muestra que los administradores clasificados en el primer cuartil tuvieron dificultades para repetir sus resultados en los años posteriores. Después de un año, solamente un 20% de los administradores se mantuvo en el primer cuartil. Al segundo año, ese porcentaje cayó a 10%.
  • La figura 5 muestra que los administradores clasificados en el primer cuartil durante el primer período de cinco años presentaron una mayor resiliencia y sobrevivieron durante el segundo período, independientemente del cuartil en el que terminaron.
  • Como se puede observar en nuestro Scorecard SPIVA® para América Latina - Cierre de 2019, México registró una mayor tasa de supervivencia de fondos que Brasil y Chile en el período de cinco años.

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SPIVA® India Year-End 2019

Contributor Image
Arpit Gupta

Senior Analyst, Global Research & Design

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Akash Jain

Associate Director, Global Research & Design

S&P Dow Jones Indices has been the de facto scorekeeper of the ongoing active versus passive debate since the first publication of the S&P Indices Versus Active Funds (SPIVA) U.S. Scorecard in 2002. Over the years, we have built on our experience publishing the report by expanding scorecard coverage into Australia, Canada, Europe, India, Japan, Latin America, and South Africa.

The SPIVA India Scorecard compares the performance of actively managed Indian mutual funds with their respective benchmark indices over 1-, 3-, 5-, and 10-year investment horizons. In this scorecard, we studied the performance of three categories of actively managed equity funds and two categories of actively managed bond funds over the 1-, 3-, 5-, and 10-year periods ending in December 2019.

The divergence between the performance of the Indian Equity Large-Cap and Indian Equity Mid-/Small-Cap fund categories continued into 2019, with the large-cap benchmark, the S&P BSE 100, returning 10.9% and the mid-/small-cap benchmark, the S&P BSE 400 MidSmallCap Index, closing in the red, at -2.1%, during the one-year period ending in December 2019.

Bonds offered strong performance in 2019, aided by the softening of policy rates by the Reserve Bank of India. The S&P BSE India Government Bond Index and the S&P BSE India Bond Index returned 11.10% and 10.84%, respectively, during the one-year period ending in December 2019.

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SPIVA® Japan Year-End 2019

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Arpit Gupta

Senior Analyst, Global Research & Design

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Priscilla Luk

Managing Director, Global Research & Design, APAC

SUMMARY

  • S&P Dow Jones Indices has been the de facto scorekeeper of the ongoing active versus passive debate since the first publication of the SPIVA U.S. Scorecard in 2002. Over the years, we have built upon our experience by expanding scorecard coverage into Australia, Canada, Europe, India, South Africa, Latin America, and Japan. While this report will not end the debate surrounding active versus passive investing in Japan, we hope to make a meaningful contribution by examining market segments in which one strategy performs better than the other.

  • The SPIVA Japan Scorecard reports on the performance of actively managed Japanese mutual funds against their respective benchmark indices over 1-, 3-, 5-, and 10-year investment horizons. In this scorecard, we evaluated returns of more than 741 Japanese large- and mid/small-cap equity funds, along with more than 646 international equity funds investing in global, international, and emerging markets, as well as U.S. equities.

  • Domestic Equity Funds: In 2019, the S&P/TOPIX 150 and the S&P Japan MidSmallCap gained 19.3% and 16.8%, respectively. Over the same period, 42.4% and 74.6% of large- and mid/small-cap equity funds beat their respective benchmarks, with equal-weighted average returns of 19.1% and 21.0%, respectively. The performance of domestic equity funds relative to their benchmark in 2019 was better than in 2018, with more funds outperforming the benchmark.

    Over the 10-year horizon, 30.9% and 45.2% of large- and mid/small-cap funds managed to outperform their benchmarks, while 35.4% and 37.3% of funds were liquidated, respectively. The large-cap funds recorded equal- and asset-weighted average excess returns of 8 bps and -5 bps relative to benchmark, respectively, while the mid/small-cap funds reported excess returns of 2.53% and 0.32% on equal- and asset-weighted bases, respectively. Mid/small-cap funds tended to perform better than large-cap funds in Japan, as compared to their relative benchmark indices.

  • Foreign Equity Funds: In 2019, the relative performance of U.S. and international equity funds against their benchmarks was worse than in 2018, while the relative performance of emerging market equity funds improved. 8% and 67.7% of U.S. and international equity funds underperformed their respective benchmarks, while 56.2% and 56.8% of global and emerging market equity funds did not beat their benchmarks, respectively. For 2019, all foreign equity fund categories reported negative equal-weighted average returns relative to their benchmark indices, ranging from -0.84% (global equity funds) to -5.47% (U.S. equity funds). There was significant divergence between the asset- and equal-weighted average returns in the emerging market fund category, as the asset-weighted return was dominated by a few well-performing large funds.

    Over the 10-year period, the majority of foreign equity funds underperformed their respective benchmarks. More than 90% of global, international, and emerging equity funds underperformed their respective benchmarks on absolute and risk-adjusted bases. U.S. equity funds had the worst benchmark-relative performance, underperforming the benchmark by 5.3% and 6.4% on equal- and asset-weighted bases, respectively. Foreign equity funds had a 10-year survivorship rates of 56.3%, which was slightly lower than the rate for domestic equity funds (63.9%).

SPIVA Japan Year-End 2019 Exhibit 1

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