NESTA LISTA

Medindo os gestores

Mercados latino-americanos ainda dançam ao mesmo ritmo

Além das fronteiras: a importância do S&P 500 nas estratégias baseadas em opções

Índices para fontes modernas de receita: descobrindo a venda coberta de call

Apresentando uma solução de baixo carbono: o S&P 500 CTB Base+ Index

Medindo os gestores

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Anu R. Ganti

Head of U.S. Index Investment Strategy

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 25 de maio de 2026.

 A medição do desempenho da gestão ativa em relação aos índices de referência não é novidade. O estudo mais antigo data de mais de 90 anos atrás, quando Alfred Cowles concluiu que “os testes estatísticos dos melhores resultados individuais não conseguiram demonstrar que eles refletissem habilidade, indicando que, muito provavelmente, eram fruto do acaso”.

Quarenta anos depois, durante a década de 1970, os mercados financeiros passaram a ser cada vez mais dominados por investidores profissionais, em lugar dos investidores de varejo da época de Cowles. No seu artigo The Loser’s Game (“O jogo do perdedor”), Charles Ellis constatou que “contrariamente à meta geralmente estabelecida de superar a média do mercado, os gestores de investimentos não estão ultrapassando o mercado: é o mercado que está ganhando deles”.

Menos de 30 anos depois, o Scorecard SPIVA® foi lançado em 2002, e continua a atuar como o encarregado oficial dos resultados do debate de longa data entre o investimento ativo e passivo. Superar o mercado é uma tarefa difícil: apenas três anos de desempenho superior em relação ao S&P 500® foram registrados ao longo de de 25 anos. Para nossa maior e mais observada categoria, 2025 não foi exceção e 79% de todos os fundos ativos large cap dos EUA perderam para o S&P 500.

Menos de 30 anos depois, o Scorecard SPIVA® foi lançado em 2002, e continua a atuar como o encarregado oficial dos resultados do debate de longa data entre o investimento ativo e passivo. Superar o mercado é uma tarefa difícil: apenas três anos de desempenho superior em relação ao S&P 500® foram registrados ao longo de de 25 anos. Para nossa maior e mais observada categoria, 2025 não foi exceção e 79% de todos os fundos ativos large cap dos EUA perderam para o S&P 500.

Medindo os gestores: Quadro 1

É importante notar que as taxas de desempenho inferior mostradas no quadro 1 utilizam o conjunto de oportunidades disponível no início do período como denominador para representar o viés de sobrevivência. Realizamos uma contagem simples dos fundos que sobreviveram e ganharam do índice e, em seguida, relatamos o percentual de desempenho superior ao índice. Portanto, fundos fundidos ou fundos liquidados são considerados como tendo desempenho inferior.

Para entender melhor o impacto da sobrevivência no desempenho inferior, o quadro 2 mostra a divisão do desempenho dos fundos large cap centrais em três categorias: fundos que não sobreviveram, fundos que sobreviveram e tiveram desempenho inferior e aqueles que sobreviveram e tiveram desempenho superior. Ao longo de um período de um ano, 82,5% dos fundos large cap centrais perderam para o The 500®. Notavelmente, a maior parte desse desempenho inferior veio de fundos que sobreviveram, mas ainda assim tiveram desempenho inferior, o que indica o desafio de ganhar do benchmark independentemente do tratamento dos fundos fundidos ou liquidados.

Ao longo de um período de 20 anos, no entanto, a maior parte do desempenho inferior da categoria veio de fundos que não sobreviveram, destacando a importância que a sobrevivência desempenha em horizontes temporais mais longos. Essas tendências também refletem a natureza competitiva do negócio da gestão ativa, em que os vencedores tendem a ser recompensados com entradas de capital por parte dos proprietários dos ativos, mas os perdedores são geralmente penalizados com encerramentos e têm menos chances de sobreviver por períodos mais longos.

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Mercados latino-americanos ainda dançam ao mesmo ritmo

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Sara Pineros

Quantitative Analyst, Index Investment Strategy

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 19 de maio de 2026.

Assim como os músicos latino-americanos dominaram as paradas globais em 2025, as ações da região tiveram um desempenho notável no ano passado. Enquanto os mercados enfrentaram mudanças nas taxas de juros e transições econômicas, a América Latina destacou-se como uma das regiões com melhor performance no mundo. O S&P Latin America BMI atingiu um ponto alto, subindo 53,8% no ano e superando o S&P Global BMI em 31,8% medido em dólares americanos.

Como o quadro 1 ilustra, esse crescimento foi generalizado. O Chile foi o claro destaque com uma alta de 56,6% no S&P Chile BMI, seguido pelo S&P/BMV IRT do México com 35,2%. O Brasil também teve uma recuperação robusta da sua queda em 2024 e o S&P Brazil BMI ganhou 32,2%.

Mercados latino-americanos ainda dançam ao mesmo ritmo: Quadro 1

Os fundos ativos estiveram em sintonia com a alta generalizada ou ficaram fora do tom? Os resultados, detalhados no Scorecard SPIVA da América Latina de fechamento de 2025, foram variados. Enquanto os fundos ativos large cap do Brasil tiveram um desempenho relativamente bom, a maioria dos fundos ativos em todas as outras categorias regionais não conseguiu capturar toda a extensão da alta de 2025. Como mostra o quadro 2, no horizonte de 10 anos, o desempenho inferior elevado (acima de 75%) permaneceu a norma indiscutível em todas as categorias.

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Além das fronteiras: a importância do S&P 500 nas estratégias baseadas em opções

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Sue Lee

APAC Head of Index Investment Strategy

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 4 de maio de 2026.

No mercado dos EUA, os ETFs baseados em opções tiveram crescimento exponencial nos últimos anos, apresentando ativos totais que atingiram US$ 245 bilhões em dezembro de 2025. Essas estratégias têm sido cada vez mais adotadas como ferramentas convencionais na construção de carteiras, oferecendo resultados mais previsíveis e diversificação de receita.

Outras regiões estão acompanhando essa tendência em ritmos diferentes, algumas acelerando rapidamente, enquanto outras estão adaptando suas regulamentações para permitir que esse segmento cresça em seus mercados locais. O Canadá é, de longe, o maior mercado fora dos EUA, com ativos de ETFs baseados em opções totalizando US$ 30 bilhões em março de 2026, seguido pela Coreia do Sul (US$ 9 bilhões) e a Europa (US$ 8 bilhões). Hong Kong também viu uma rápida expansão, acumulando mais de US$ 4 bilhões em ativos desde o lançamento de seu primeiro ETF de venda coberta de call no início de 2024.

Além das fronteiras: a importância do S&P 500 nas estratégias baseadas em opções: Quadro 1

Enquanto as estratégias de venda coberta de call permanecem dominantes nos mercados internacionais, representando 92% do total de ativos em comparação com 62% nos EUA, cada mercado desenvolveu abordagens distintas para o design de produtos e o seu gerenciamento. Em mercados como Hong Kong, Austrália e Canadá, os ETFs baseados em opções são amplamente de gestão ativa, refletindo os EUA, onde 91% dos ativos são gerenciados ativamente. Por outro lado, em mercados como Coreia do Sul e Japão, a maioria dos ativos acompanha o desempenho de índices baseados em opções para fornecer resultados direcionados (veja o quadro 2).

Além das fronteiras: a importância do S&P 500 nas estratégias baseadas em opções: Quadro 2

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Índices para fontes modernas de receita: descobrindo a venda coberta de call

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Sue Lee

APAC Head of Index Investment Strategy

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 16 de abril de 2026.

Os mercados de capitais oferecem várias fontes primárias de receita para os investidores, incluindo juros do mercado monetário, cupons de títulos e dividendos de ações. Fontes alternativas de receita abundam e, mais recentemente, a inovação dentro da indústria de fundos cotados em bolsa (ETF) introduziu estratégias de receita baseadas em opções para uma gama mais ampla de participantes do mercado.

Nos Estados Unidos, investidores grandes e pequenos há muito tempo utilizam os mercados de opções para gerar receita, seja negociando opções diretamente ou indiretamente por meio de produtos estruturados. Nos últimos anos, ETFs baseados em opções também ganharam popularidade, à medida que uma série de estratégias coletivamente conhecidas como estratégias de “venda coberta de call” (ou “opção de compra coberta”) são cada vez mais usadas para gerar receita, reduzir a volatilidade e melhorar o desempenho ajustado pelo risco em certos regimes de mercado. Então, como eles funcionam e qual é o papel deles na geração de receita?

O que uma venda coberta de call realmente faz?

Uma estratégia de venda coberta de call combina:

  • Investimento em um ativo (por exemplo, uma carteira que acompanha o S&P 500®); e
  • Venda de uma opção de compra sobre o mesmo ativo (ou ativo correlacionado).

Ao vender opções de compra, o investidor recebe um prêmio antecipado, e quaisquer montantes devidos na opção de compra (se o ativo subjacente subir acima do preço de exercício) são “cobertos” pelos lucros do primeiro investimento. A repetição regular dessas vendas pode proporcionar um fluxo de receita relativamente estável, com a troca natural de que o investidor não se beneficiará simultaneamente de forma plena dos ganhos de preço no ativo, uma vez que todos ou parte desses ganhos são compensados por perdas nas opções vendidas.

Simplificando, estratégias de venda coberta de call trocam parte do potencial de alta por receita de prêmio da opção, reduzindo a faixa de resultados. Essa troca é ilustrada através da comparação do desempenho mensal da estratégia mensal de venda coberta de call ao par do S&P 500, conforme medido pelo Cboe S&P 500 BuyWrite Index (BXM), versus o S&P 500 ao longo de um período de 20 anos (veja o quadro 1). Por exemplo, nos últimos seis períodos mensais entre 19 de setembro de 2025 e 20 de março de 2026, o desempenho mensal do BXM variou entre -3,8% e 3,1%, em comparação com a variação entre -5,0% e 2,5% no S&P 500; o primeiro índice superou o segundo em cinco dos seis meses.

Índices para fontes modernas de receita: descobrindo a venda coberta de call: Quadro 1

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Apresentando uma solução de baixo carbono: o S&P 500 CTB Base+ Index

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María Sánchez

Director, Sustainability Index Product Management, U.S. Equity Indices

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 4 de março de 2026.

Investidores institucionais focados no clima enfrentam o desafio de reduzir a exposição ao carbono e ao mesmo tempo manter uma ampla representação no mercado e a capacidade de acompanhar de perto o desempenho do mercado subjacente. O S&P 500® CTB Base+ Index oferece uma solução prática que pode ser usada para medir o desempenho dos componentes do índice subjacente que atendem a critérios específicos de clima e sustentabilidade.

CTB versus PAB: entendendo os quadros

A União Europeia (UE) oferece dois conjuntos de índices de referência climáticos: os EU Climate Transition Benchmarks (EU CTB) e os EU Paris-Aligned Benchmarks (EU PAB). Ambos os conjuntos de benchmarks apoiam a transição para uma economia de baixo carbono, mas diferem em seus níveis iniciais de descarbonização e critérios de exclusão.

A S&P Dow Jones Indices (S&P DJI) oferece soluções de índices que se alinham com as estruturas dos CTB e PAB da UE, permitindo às entidades escolher a abordagem que melhor se adapta ao seu propósito, tolerância ao risco e objetivos climáticos.

Introducing a Low-Carbon Solution: The S&P 500 CTB Base+ Index: Quadro 1

Com base nos padrões mínimos dos CTB da UE, o S&P 500 CTB Base+ Index adiciona exclusões para a extração de petróleo e gás de xisto, limites mais rigorosos para armas militares, exclusões de contratação militar em nível dos grupos e restrições adicionais nas metas de intensidade de carbono média ponderada (WACI pela sigla em inglês) do âmbito 1 e 2 e na trajetória de descarbonização. Usando nossa abordagem exclusiva de otimização “glass-box”, o índice seleciona e pondera componentes do S&P 500 que atendem aos critérios de transição para uma economia de baixo carbono, minimizando os desvios em relação ao índice subjacente.

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