Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 19 de maio de 2026.
Assim como os músicos latino-americanos dominaram as paradas globais em 2025, as ações da região tiveram um desempenho notável no ano passado. Enquanto os mercados enfrentaram mudanças nas taxas de juros e transições econômicas, a América Latina destacou-se como uma das regiões com melhor performance no mundo. O S&P Latin America BMI atingiu um ponto alto, subindo 53,8% no ano e superando o S&P Global BMI em 31,8% medido em dólares americanos.
Como o quadro 1 ilustra, esse crescimento foi generalizado. O Chile foi o claro destaque com uma alta de 56,6% no S&P Chile BMI, seguido pelo S&P/BMV IRT do México com 35,2%. O Brasil também teve uma recuperação robusta da sua queda em 2024 e o S&P Brazil BMI ganhou 32,2%.

Os fundos ativos estiveram em sintonia com a alta generalizada ou ficaram fora do tom? Os resultados, detalhados no Scorecard SPIVA da América Latina de fechamento de 2025, foram variados. Enquanto os fundos ativos large cap do Brasil tiveram um desempenho relativamente bom, a maioria dos fundos ativos em todas as outras categorias regionais não conseguiu capturar toda a extensão da alta de 2025. Como mostra o quadro 2, no horizonte de 10 anos, o desempenho inferior elevado (acima de 75%) permaneceu a norma indiscutível em todas as categorias.





