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The Market Measure: América Latina em 2025 – a gestão ativa aproveitou a alta?

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The Market Measure: América Latina em 2025 – a gestão ativa aproveitou a alta?

  • Duração 3:45

As ações latino-americanas se destacaram em 2025, embora a maioria dos fundos ativos não tenha superado seus índices de referência. Desde o desempenho excepcional do Chile até as apostas ativas concentradas no Brasil, nosso último vídeo analisa os fatores que impulsionaram o ano excepcional da região e por que obter um retorno superior de forma consistente continua sendo algo incomum.

Você quer saber mais?

Leia o nosso último blog (https://www.spglobal.com/spdji/pt/blog/article/latin-markets-still-dancing-to-the-same-beat) e consulte a última edição do nosso Scorecard SPIVA da América Latina (https://www.spglobal.com/spdji/pt/documents/spiva/spiva-latin-america-year-end-2025-pt.pdf).

[TRANSCRIÇÃO]

Sara Pineros:

2025 foi um ano excepcional para as ações da América Latina, pois a região ofereceu um dos rendimentos de mercado mais sólidos do mundo. Isso nos levou a perguntar: Vamos contextualizar.

Enquanto os mercados globais enfrentaram mudanças nas taxas de juros e transições econômicas, a América Latina destacou-se como uma das regiões com melhor desempenho no mundo. O S&P Latin America BMI disparou 54% durante o ano, superando o S&P Global BMI por quase 32% em termos de dólares americanos.

O crescimento do mercado foi geral na região. O Chile foi o claro líder, seguido de perto pelo México e Brasil, cada um com uma recuperação importante em relação ao ano anterior. No entanto, superar os índices de referência neste mercado em alta, não foi tarefa fácil.

Nosso recém-publicado Scorecard SPIVA da América Latina de final de 2025 revela um panorama de grandes contrastes. Apesar de os fundos ativos de renda variável large cap do Brasil terem apresentado um desempenho relativamente bom, a maioria dos fundos ativos em outras categorias regionais não conseguiu capturar toda a magnitude da recuperação de 2025.

De fato, ao ampliarmos a perspectiva para um horizonte de 10 anos, um nível alto de desempenho inferior continua sendo a norma. Em todas as categorias, mais de 75% dos fundos ativos não conseguiram ganhar dos seus benchmarks.

Então, como alguns fundos conseguiram ter sucesso no curto prazo? Vamos olhar para o Brasil. Em 2025, os fundos large cap do Brasil no quartil superior fizeram apostas muito altas em ações individuais, e muitos concentraram mais de 80% de seu peso em apenas suas três principais posições. Foi uma estratégia arriscada que deu frutos no ano passado.

Mas isso nos leva ao spoiler do nosso último Scorecard de Persistência na América Latina: Esses casos de alto desempenho são gerados por uma habilidade genuína e repetível, ou são apenas resultado de uma sorte passageira?

Embora aproveitar o impulso de algumas ações de grande peso tenha sido a fórmula vencedora para os gestores de large caps brasileiros em 2025, a história nos serve de advertência. Uma alta concentração em poucos valores implica um risco significativo diante do giro do mercado.

Os dados falam por si mesmos. Dos 405 fundos no Brasil, Chile e México classificados no quartil superior em 2021, apenas 1,2% mantiveram o nível durante os quatro anos seguintes. No Chile e no México, a taxa de persistência desapareceu completamente e nenhum fundo de renda variável do quartil superior em 2021 manteve sua classificação.

A história continua a mesma: em longo prazo, a sorte é efêmera e o desempenho superior constante é incrivelmente incomum.

Se desejar explorar mais os dados e ver exatamente como se posicionaram os fundos em sua região, clique no link da descrição para leia nosso blog completo e baixe os últimos Scorecards.

Obrigado por assistir The Market Measure, até a próxima!

 



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