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O Índice S&P/B3 Brasil ESG: Um novo benchmark para a sustentabilidade e o investimento

Capturando ESG no Brasil: O Índice S&P/B3 Brasil ESG

O S&P/BMV Total Mexico ESG Index: Um Novo Benchmark para a Sustentabilidade e o Investimento

A construção do índice importa: O S&P SmallCap 600

Por que as seguradoras estão considerando cada vez mais a infraestrutura nos seus investimentos principais

O Índice S&P/B3 Brasil ESG: Um novo benchmark para a sustentabilidade e o investimento

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Laura Assis Iragorri

Analyst, Global Research & Design

S&P Dow Jones Indices

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María Sánchez

Associate Director, Global Research & Design

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Reid Steadman

Managing Director, Global Head of ESG & Innovation

INTRODUÇÃO

Índices que integram dados ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG pela sigla em inglês) estão se convertendo em uma tendência principal da indústria pois os investidores procuram cada vez mais alinhar seus valores com seus investimentos. Um novo tipo de índice ESG foi desenvolvido para facilitar esta mudança no Brasil: Índice S&P/B3 Brasil ESG. O índice, desenvolvido em conjunto pela S&P Dow Jones Indices (S&P DJI) e a B3, não destaca apenas empresas com forte desempenho ESG (como os índices ESG usualmente fazem), mas também permite a alocação de recursos para este tipo de companhias sem a exigências dos investidores assumirem grandes riscos em relação ao mercado.

A EVOLUÇÃO DOS ÍNDICES ESG

Em 1999, a S&P DJI lançou o primeiro índice ESG global, o Dow Jones SustainabilityTM World Index (DJSI World). Ao incluir o patamar superior (10%) das empresas de cada indústria de acordo com seu desempenho ESG, conforme determinado pela Avaliação de Sustentabilidade Corporativa (CSA) realizada pela SAM, parte da S&P Global,1este índice inovador encorajou as empresas a incorporar vários fatores ESG em suas decisões, para além de considerações financeiras de curto prazo.

Nos anos seguintes, outros índices, incluindo versões regionais do DJSI World, como o DJSI Emerging Markets, foram lançados com esta mesma filosofia em mente: destacar as melhores empresas de sua classe e assim inspirar as companhias a melhorar suas abordagens ESG a fim de serem incluídas nestes índices.

Embora estes índices tenham sido bem sucedidos e tenham de fato inspirado as empresas a mudar de forma positiva, aspectos de suas metodologias apresentam desafios para muitos investidores. Algumas estratégias podem ser muito restritas para investidores que querem permanecer amplamente diversificados.

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Capturando ESG no Brasil: O Índice S&P/B3 Brasil ESG

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Silvia Kitchener

Director, Global Equity Indices, Latin America

Para atender à necessidade de um benchmark ESG amplo no Brasil, a S&P DJI e a B3 uniram forças para lançar o Índice S&P/B3 Brasil ESG. Silvia Kitchener da S&P DJI e Iuri Rapoport do BTG Pactual se reuniram para falar sobre como este índice inovador captura uma imagem mais completa do investimento ESG no Brasil, e como ele poderia ser usado para atender à crescente demanda por soluções ESG na região.

1. Sabemos que há muitos tipos de índices ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG). Qual é o objetivo do Índice S&P/B3 Brasil ESG?

Silvia: Com certeza, há vários índices ESG com objetivos diferentes. Alguns índices utilizam a abordagem “melhores de sua classe”, como o Dow Jones Sustainability MILA Pacific Alliance Index, que seleciona as empresas situadas no patamar superior (30%) com base nas pontuações de sustentabilidade dentro de cada setor do GICS®. O foco nesse caso é destacar as empresas com as melhores práticas e políticas ESG. Em seguida, temos os Índices ESG da S&P DJI, que buscam proporcionar uma melhor representação ESG enquanto oferecem um perfil de risco/retorno semelhante ao do benchmark, como no caso do S&P 500® ESG Index.

O objetivo do Índice S&P/B3 Brasil ESG é servir como um índice amplamente representativo do mercado brasileiro de valores com um perfil ESG melhorado, enquanto oferece características de risco/retorno similares às do seu benchmark, o S&P Brazil BMI. O índice não se concentra na seleção de empresas com base em suas pontuações ESG, entretanto, a pontuação determina a representação das companhias no índice. Isto significa que as empresas com pontuações ESG mais elevadas têm um maior peso. As empresas com pontuações mais baixas são incentivadas a melhorar seus programas, práticas e políticas para ajudar a aumentar suas pontuações e possivelmente seu peso no índice.

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O S&P/BMV Total Mexico ESG Index: Um Novo Benchmark para a Sustentabilidade e o Investimento

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Cristopher Anguiano

Senior Analyst, Global Research & Design

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María Sánchez

Associate Director, Global Research & Design

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Reid Steadman

Managing Director, Global Head of ESG & Innovation

INTRODUÇÃO
Índices que integram dados ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG pela sigla em inglês) estão se convertendo em uma tendência principal da indústria, pois os investidores procuram cada vez mais alinhar seus valores com seus investimentos. Um novo tipo de índice ESG foi desenvolvido para facilitar esta mudança no México: o S&P/BMV Total Mexico ESG Index. O índice, desenvolvido em conjunto pela S&P Dow Jones Indices (S&P DJI) e a Bolsa Mexicana de Valores (BMV), não destaca apenas empresas com forte desempenho ESG (como os índices ESG usualmente fazem), mas também permite a alocação de recursos para este tipo de companhias sem a exigência dos investidores assumirem grandes riscos em relação ao mercado.

A EVOLUÇÃO DOS ÍNDICES ESG
Em 1999, a S&P DJI lançou o primeiro índice ESG global, o Dow Jones SustainabilityTM World Index (DJSI World). Ao incluir o patamar superior (10%) das empresas de cada indústria de acordo com seu desempenho ESG, conforme determinado pela Avaliação de Sustentabilidade Corporativa (CSA) realizada pela SAM, parte da S&P Global, este índice inovador encorajou as empresas a incorporar vários fatores ESG em suas decisões, para além de considerações financeiras de curto prazo.

Nos anos seguintes, outros índices, incluindo versões regionais do DJSI World e índices locais como o S&P/BMV IPC Sustainable Index, foram lançados com esta mesma filosofia em mente: destacar as melhores empresas de sua classe e assim inspirar as companhias a melhorar suas abordagens ESG a fim de serem incluídas nestes índices.

Embora estes índices tenham sido bem sucedidos e tenham de fato inspirado as empresas a mudar de forma positiva, alguns aspectos de suas metodologias apresentam desafios para muitos investidores. Algumas estratégias podem ser muito restritas para investidores que querem permanecer amplamente diversificados. Embora muitos investidores de alta convicção utilizem estes índices restritos e que seguem a abordagem “melhores de sua classe”, vimos que os participantes do mercado precisavam de índices ESG com retornos mais alinhados com o mercado geral, que ao mesmo tempo proporcionem uma carteira mais sustentável de empresas. Um exemplo de um índice lançado em 2019 e que tipifica esta metodologia orientada ao investidor é o S&P 500® ESG Index.

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A construção do índice importa: O S&P SmallCap 600

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Hamish Preston

Director, U.S. Equity Indices

O índice S&P 600, lançado em 1994, procura acompanhar o desempenho de ações americanas de baixa capitalização (small cap) e tem superado o Russell 2000 numa média anual de 1,6% nos últimos 25 anos. Este desempenho superior ressalta a importância da construção do índice, pois ao contrário do Russell 2000, o S&P 600 utiliza um filtro de lucros, ou seja, as empresas devem ter um histórico de ganhos positivos antes de poderem ser incluídas no índice. Portanto, a exposição ao fator qualidade é fundamental para explicar o desempenho relativo do S&P 600 e por que ele tem sido um benchmark mais difícil vencer para os gestores ativos

COMPARAÇÃO DE RETORNOS RELATIVOS: S&P 600
VERSUS RUSSELL 2000
O quadro 1 mostra os retornos totais acumulados do S&P 600 e do Russell 2000 desde 31 de dezembro de 1994. O S&P 600 teve maiores retornos anualizados e menor volatilidade do que o Russell 2000 durante todo o período, e ganhou do Russell 2000 em 17 dos últimos 25 anos-calendário.

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Por que as seguradoras estão considerando cada vez mais a infraestrutura nos seus investimentos principais

Insurance Talks é uma série de entrevistas em que pensadores da indústria de seguros compartilham suas ideias e perspectivas a respeito de diversos temas e tendências que têm impacto no investimento baseado em índices.

Robert Amodeo é Head of Municipals na Western Asset Management Company, LLC e tem mais de 30 anos de experiência em investimentos. Desde 2005, Robert faz parte da equipe de investimentos em títulos de dívida municipal da Western Asset e é o diretor setorial desse grupo.

S&P DJI: Poderia nos contar um pouco sobre a sua função na Western Asset Management Company e como trabalha no segmento de seguros?

Robert: Na Western Asset, eu lidero uma equipe de profissionais de investimento, que inclui gestores de carteiras, analistas de pesquisa e analistas quantitativos com uma média de 27 anos de experiência no mercado de títulos de dívida municipal. A nossa filosofia de investimento se centra numa abordagem de valor fundamental em longo prazo e ela está incorporada nas carteiras que administramos para os nossos clientes da indústria de seguros. A nossa companhia administra mais de US$ 85 bilhões em mandatos de companhias de seguros de diversas linhas de negócios, incluindo seguros de vida, saúde, propriedade/acidentes e resseguros. As nossas carteiras municipais refletem os objetivos e restrições únicos que vão desde clientes focados em retornos totais com máxima discrição até clientes focados no rendimento até o vencimento que estão limitados por considerações de capital, regulamentares e contábeis.

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