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Ainda é qualidade desde a concepção: análise aprofundada do desempenho recente do S&P SmallCap 600

Perfil do consultor: aproveitando ao máximo o conteúdo do provedor de índices

Perfil do consultor: como os usuários de contas gerenciadas separadamente com indexação direta avaliam as soluções e os índices

Espíritos animais ou ansiedade?

Enfrentando os ciclos econômicos: os papéis complementares dos índices de qualidade e momento

Ainda é qualidade desde a concepção: análise aprofundada do desempenho recente do S&P SmallCap 600

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Florence Chapman

Senior Analyst, U.S. Equities

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 25 de novembro de 2025.

Antes do início de 2025, o S&P SmallCap 600® ganhou do Russell 2000, outro importante índice de small caps americanas, em 20 dos anos-calendário completos até dezembro de 2024. No entanto, o S&P SmallCap 600 perdeu para o Russell 2000 em 9% no acumulado do ano, colocando-o a caminho de registrar seu pior ano de desempenho relativo desde seu lançamento em outubro de 1994 (veja o quadro 1). Essa reversão reflete uma fase de mercado incomum na qual a qualidade caiu em desuso e o apetite por risco cresceu, alimentando o que poderia ser descrito como um “rali de lixo”.

Ainda é qualidade desde a concepção: análise aprofundada do desempenho recente do S&P SmallCap 600: Quadro 1

Historicamente, a construção de qualidade desde a concepção do S&P SmallCap 600 contribuiu para seu desempenho superior. Ao contrário do Russell 2000, novas adições ao S&P SmallCap 600 devem ter um histórico de ganhos positivos, dando ao índice uma inclinação estatisticamente significativa em direção ao fator qualidade. O quadro 2 mostra que isso ajudou a explicar o desempenho do S&P SmallCap 600 frente ao Russell 2000: geralmente ganhou do seu par por um montante maior em anos em que a performance média mensal do fator qualidade menos lixo (quality-minus-junk ou QMJ em inglês) foi mais alta.


Ainda é qualidade desde a concepção: análise aprofundada do desempenho recente do S&P SmallCap 600: Quadro 2

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Perfil do consultor: aproveitando ao máximo o conteúdo do provedor de índices

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Brandon Hass, CIMA

Global Head of Client Solutions Group, Direct Indexing and Model Portfolios

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 19 de novembro de 2025.

À medida que os consultores financeiros utilizam cada vez mais estratégias baseadas em índices para ajudar a expandir suas práticas, muitos estão recorrendo aos provedores de índices não apenas para benchmarks, mas também para insights. Um artigo recente da Cerulli Associates analisa por que e como um segmento de consultores, conhecido como “usuários de conteúdo de provedores de índices”, está ativamente utilizando esses insights para orientar sua tomada de decisão e interações com os clientes.

Por que e como os consultores usam o conteúdo do provedor de índices

De acordo com a Cerulli, 37% dos consultores financeiros relatam usar informações de provedores de índices, sendo que os consultores de investimento registrados independentes (RIAs) são o tipo de consultor mais propenso (44%) a usar essas contribuições.

Os consultores estão usando dados, liderança de opinião e documentação das metodologias enquanto realizam uma variedade de funções de consultoria. Conforme mostrado no quadro 1, os casos de uso mais comuns são para tomar decisões de investimento (85%) e facilitar conversas com clientes (74%) e potenciais clientes (73%). Alguns consultores também estão usando conteúdo enquanto constroem planos financeiros (62%) e treinam e educam sua equipe (53%).2 Como observou um RIA independente entrevistado pela Cerulli, “eu utilizo os Scorecards de Persistência da S&P e um scorecard de índices. Alguns desses dados me ajudam a entender melhor a situação”.

Essas práticas ilustram como os provedores de índices podem desempenhar um papel mais amplo na educação de gestores de patrimônio, oferecendo recursos que ajudam os consultores a explicar o valor potencial das estratégias baseadas em índices para sua clientela.

Perfil do consultor: aproveitando ao máximo o conteúdo do provedor de índices: Quadro 1

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Perfil do consultor: como os usuários de contas gerenciadas separadamente com indexação direta avaliam as soluções e os índices

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Brandon Hass, CIMA

Global Head of Client Solutions Group, Direct Indexing and Model Portfolios

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 12 de novembro de 2025.

As contas gerenciadas separadamente (SMAs) com indexação direta estão ganhando popularidade, especialmente entre os consultores financeiros que atendem clientes abastados e de alto patrimônio líquido. Em seu recente artigo, a Cerulli Associates projeta que os ativos nas SMAs com indexação direta terão uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de cinco anos de 16%, a mais alta entre todos os veículos de investimento analisados. Neste blog, analisaremos o que está impulsionando o crescimento das SMAs com indexação direta e também examinaremos como os consultores que utilizam essas soluções avaliam as SMAs e seus índices subjacentes.

Por que os consultores utilizam SMAs com indexação direta

As SMAs com indexação direta são veículos de investimento projetados para permitir aos usuários acompanharem versões personalizadas de índices conhecidos por meio da detenção direta dos títulos mobiliários. Essa propriedade direta cria oportunidades para a colheita de prejuízos fiscais, realizar inclinações para temas em particular e se adaptar às necessidades específicas dos clientes de outras maneiras.

O amplo leque de possíveis usos das SMAs com indexação direta pode ajudar os consultores a atender melhor seus clientes abastados ou de alto patrimônio líquido. As SMAs com indexação direta normalmente exigem mínimos de investimento mais altos em comparação com outros veículos de investimento, mas permitem uma maior opcionalidade do que fundos mútuos ou ETFs.

O mais importante para os consultores que estão considerando utilizar indexação direta nas suas SMAs

Ao selecionar uma SMA de renda variável com indexação direta, os consultores financeiros costumam se concentrar nas taxas (69%), o desempenho (41%), a metodologia do índice (37%) e o potencial de personalização do índice (34%), conforme mostrado no quadro 1.

Essas prioridades refletem o foco dos usuários de SMAs com indexação direta na eficiência de custos, os resultados e a flexibilidade de modificar as carteiras em torno dos objetivos específicos dos clientes.

Perfil do consultor: como os usuários de contas gerenciadas separadamente com indexação direta avaliam as soluções e os índices: Quadro 1

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Espíritos animais ou ansiedade?

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Anu R. Ganti

Head of U.S. Index Investment Strategy

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 13 de novembro de 2025.

As Big Tech e a força das ações das 7 magníficas impulsionaram o S&P 500® a 36 máximas históricas de fechamento no final de outubro. Em meio à euforia, a preocupação com o boom da IA causou nervosismo no mercado, o que vimos mais recentemente como a venda por parte da SoftBank da sua participação na Nvidia.

O nível extremo de dominância das empresas de megacapitalização é refletido no S&P 500 Equal Weight Index, cujo desempenho inferior acumulado dos últimos 12 meses em relação ao S&P 500 despencou para 13% até 31 de outubro de 2025; níveis ainda piores foram observados em 1999, antes da explosão da bolha tecnológica. Com medo de uma bolha no ar, pode ser útil voltar ao passado para entender os desafios da seleção de ações, especialmente em regimes de mercado turbulentos, com o conhecimento de que apenas um punhado de ações ganharam do mercado no longo prazo.

Imagine que é 31 de dezembro de 1999, você é um gestor de carteiras profissional e presenciou cinco anos consecutivos em que o S&P 500 obteve ganhos de dois dígitos e um retorno acumulado de 253%. Você se sente um pouco apreensivo sobre se esses ganhos podem continuar e decide buscar cinco ações recomendadas por seus preditores favoritos de Wall Street, denominadas como ações 1-5, as que você considera cuidadosamente.

Felizmente para você, um gênio aparece para conceder um desejo. Você decide perguntar qual das cinco ações terá o melhor desempenho no futuro. Infelizmente, nossa gênio carece de conhecimento em um aspecto importante: ela sabe bastante sobre volatilidade, mas conhece menos sobre os retornos das ações individuais.

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Enfrentando os ciclos econômicos: os papéis complementares dos índices de qualidade e momento

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Wenli Bill Hao

Director, Factors and Dividends Indices, Product Management and Development

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado em inglês no blog de Indexology® em 20 de outubro de 2025.

No longo prazo, tanto o S&P 500® Quality Index quanto o S&P 500 Momentum Index superaram o mercado geral (medido pelo S&P 500) em matéria de retornos absolutos e ajustados ao risco. O fator de qualidade concentra-se em empresas financeiramente fortes e estáveis, enquanto o momento acompanha ações com tendências de preços sustentadas. Quando combinadas, essas estratégias criam uma dupla complementar que pode aprimorar a diversificação em vários ambientes de mercado. Neste blog, revisaremos suas metodologias, características principais e desempenho.

Enfrentando os ciclos econômicos: os papéis complementares dos índices de qualidade e momento: Quadro 1

Revisão da metodologia

A alta qualidade é tipicamente associada à rentabilidade forte de uma empresa, à alta qualidade dos ganhos e à solidez financeira. Para refletir essas características de qualidade, os índices de qualidade da S&P DJI utilizam três métricas-chave: retorno sobre o patrimônio (ROE) para avaliar a rentabilidade, a razão de acréscimos do balanço (BSA) para avaliar a qualidade dos ganhos e a razão de alavancagem financeira (FLR) para medir o nível de dívida sobre o patrimônio (veja o quadro 2).

Os índices de momento se concentram em valores mobiliários que demonstraram um desempenho relativo forte no período recente, posicionando-se para alcançar um desempenho superior sustentado. Os índices de momento da S&P DJI geralmente utilizam o momento do preço ajustado ao risco de 12 meses para selecionar ações classificadas no primeiro quintil. Para representar os efeitos de inversão de curto prazo, o mês mais recente é omitido ao calcular o momento do preço. O uso do momento ajustado ao risco, em vez do momento do preço bruto, pode ajudar a mitigar os efeitos negativos do risco não sistemático associado ao momento bruto e reduzir os riscos de queda.

Enfrentando os ciclos econômicos: os papéis complementares dos índices de qualidade e momento: Quadro 2

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