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A valorização da baixa volatilidade

S&P 500® 2018: Vendas globais

S&P MidCap 400®: Desempenho superior e possíveis usos

Argumentos em favor das estratégias de crescimento de dividendos

Construindo melhores benchmarks internacionais para companhias small cap

A valorização da baixa volatilidade

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Craig Lazzara

Managing Director, Global Head of Index Investment Strategy

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Fei Mei Chan

Director, Index Investment Strategy

RESUMO

• As estratégias de baixa volatilidade, como o seu nome sugere, geralmente têm uma boa performance quando os mercados caem. Desafiando a teoria tradicional de precificação de ativos financieros, elas têm, de forma anômala, superado seus benchmarks ao longo do tempo apesar de exibir menor risco

• Devido à sua popularidade nos últimos anos, alguns críticos já afirmaram que as ações de baixa volatilidade estão sobrecompradas e sobrevaloradas.

• O nosso objetivo é quantificar a valorização atual da baixa volatilidade. Além disso, tentamos esclarecer se é possível identificar os ambientes de valorização em que as estratégias de baixa volatilidade permitiriam tirar o melhor proveito do dinheiro investido.

• A valorização relativa do S&P 500® Low Volatility Index se tornou gradualmente mais cara desde o ano de 2000. No encerramento de 2019, o índice de baixa volatilidade foi ligeiramente mais caro do que o seu índice principal, o S&P 500. No entanto, como indicador principal do desempenho relativo de estratégias de baixa volatilidade, o fator valor nunca foi particularmente valioso.

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S&P 500® 2018: Vendas globais

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Howard Silverblatt

Senior Index Analyst, Product Management

ANO EM RESUMO

• Em 2018, o percentual de vendas do S&P 500 em outros países caiu: a taxa geral de 2018 foi 42,90%, em comparação com 43,62% em 2017 e 43,16% em 2016. A maior taxa recente foi em 2014 (47,82%), enquanto a menor foi em 2003 (41,84%). As vendas de ações do S&P 500 no exterior representam produtos e serviços produzidos e vendidos fora dos EUA

• Na Ásia, as vendas caíram levemente, mas esta continuou sendo a
região com mais vendas (com uma precisão de seis dígitos) e
representou 8,24% do total do S&P 500, cifra inferior a 2017 (8,26%)
e 2016 (8,46%), mas superior a 2015 (6,77%) e 2014 (7,80%).
• As vendas na Europa subiram por quinto ano consecutivo e foram inferiores às da Ásia apenas por um ponto e alcançaram 8,24% do total de vendas em 2018, superior às percentagens de 8,14% em 2017, 8,13% em 2016, 7,79% em 2015 e 7,46 em 2014. O Reino Unido (parte das vendas da Europa) aumentou para 1,49% em 2018, após ter registrado 1,12% em 2017 e 1,10% em 2016.

• As vendas no Japão diminuíram novamente em 2018 e fecharam em 1,14%, inferior aos valores de 1,51% e 1,52% de 2017 e 2016, respectivamente. Na África, as vendas caíram de 3,90% em 2017 e 3,97% em 2016 para 3,82%. As vendas no Canadá fecharam em 1,98%, versus 2,16% e 2,67% em 2017 e 2016, respectivamente.

• Tecnologia da Informação se manteve como o setor com maior exposição ao exterior: aumentou de 56,85% em 2017 e 57,15% em 2016 para 58,19% em 2018. O setor de Energia, que liderou os setores em 2016 com 58,88%, caiu durante dois anos consecutivos para 54,05% e 51,28% em 2017 e 2018, respectivamente.

• Os arquivos pró-forma do setor de Serviços de Comunicações mostraram que 44,74% das vendas vieram de fora dos EUA.

• Considerando o debate atual e as medidas legislativas quanto as vendas, tarifas e emprego, o nível de divulgação de dados específicos por parte das empresas continua sendo pouco alentador.

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S&P MidCap 400®: Desempenho superior e possíveis usos

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Aye Soe

Managing Director, Global Head of Core and Multi-Asset Product Management

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Hamish Preston

Director, U.S. Equity Indices

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Louis Bellucci

Senior Director, Index Governance

RESUMO

As ações de capitalização média têm sido frequentemente ignoradas em favor de outros tamanhos de capitalização, tanto na prática dos investimentos quanto na literatura acadêmica. No entanto, estas ações têm ultrapassado historicamente os seus pares large cap e small cap: desde dezembro de 1994, o S&P MidCap 400 ganhou do S&P 500® e do S&P SmallCap 600® numa média anual de 2,03% e 0,92%, respectivamente.

Para entender melhor o desempenho histórico das ações mid cap, bem como os seus possíveis usos numa carteira de investimentos, este artigo:

• Resume a metodologia dos índices da S&P Dow Jones Indices para definir o universo de capitalização média dos EUA;
• Descreve o chamado “prêmio de capitalização média” e o analisa do ponto de vista fatorial e setorial;
• Demonstra que, historicamente, os gestores de fundos ativos perdem para o S&P MidCap 400;
• Mostra como incorporar ações mid cap numa carteira.

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Argumentos em favor das estratégias de crescimento de dividendos

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Tianyin Cheng

Senior Director, Strategy Indices

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Izzy Wang

Analyst, Strategy Indices

As estratégias de dividendos têm se estabelecido de boa forma entre os investidores que buscam possíveis resultados superiores ao mercado e rendimentos dos dividendos atrativos, especialmente no ambiente de baixas de taxas de juros que começou após a crise financeira de 2008 e no ambiente de taxas ainda menores que vimos em 2020 à medida que o mundo lida com as conseqüências econômicas da COVID-19.

Levando em consideração a situação econômica volátil que surgiu em 2020, bem como as incertezas do mercado que exercem pressão sobre os lucros corporativos, é possível que as companhias de alto rendimento sem grande força e disciplina financeira não possam sustentar os pagamentos futuros e sejam propensas a reduções e suspensões de dividendos.

Pelo contrário, as ações que têm um histórico de crescimento de dividendos poderiam oferecer uma oportunidade de investimento atraente num ambiente de incerteza. Uma alocação a empresas que têm dividendos sustentáveis e crescentes pode fornecer exposição a ações de alta qualidade e maiores receitas ao longo do tempo, gerando deste modo uma proteção contra a volatilidade do mercado e enfrentando em parte o risco da alta das taxas.

Este argumento vai para além do segmento tradicional das ações large cap dos EUA, abrangendo também as ações small cap e mid cap, bem como os mercados internacionais.

O S&P High Yield Dividend Aristocrats® procura acompanhar uma cesta de ações do S&P Composite 1500® que apresentam aumento consistente dos seus dividendos durante pelo menos 20 anos. O nosso artigo examina os benefícios de uma estratégia de crescimento de dividendos por meio da analise das características do S&P High Yield Dividend Aristocrats em comparação com o S&P 500® High Dividend Index, uma estratégia de altos dividendos baseada no S&P 500 (ver Apêndice para um resumo da metodologia do índice). Além disso, o nosso estudo ilustra alguns índices focados nas melhores ações com dividendos crescentes nos mercados globais e internacionais, incluindo o Canadá, a eurozona, o Reino Unido, a Ásia-Pacífico e o Japão.

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Construindo melhores benchmarks internacionais para companhias small cap

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Phillip Brzenk

Head of Multi-Asset Indices

INTRODUÇÃO

Desde a documentação do prêmio de risco por tamanho,a os participantes do mercado começaram a ver as ações de baixa capitalização (small cap) como uma classe de ativos diferente e a deter uma alocação independente nelas, separada das ações large cap. Nos últimos anos, diversas pesquisas demostraram que a qualidade é o maior impulsionador dos retornos no segmento small cap

Uma pesquisa de Cliff Asness observou que a variabilidade do efeito do tamanho proveio principalmente do desempenho volátil das companhias small cap de baixa qualidade (ações “podres” ou junk). Quando estas ações são controladas, o prêmio de risco por tamanho se torna mais sólido por natureza e pode ser encontrado em diversas indústrias e períodos, bem como em 23 mercados diferentes.

Com base na evidência encontrada no artigo “A Tale of Two Benchmarks: Five Years Later” e a efetividade em diversas regiões observada na pesquisa de Asness, examinamos se o fator de qualidade gerou um prêmio similar em benchmarks internacionais do segmento small cap. Testamos diversas medições de rentabilidade e observamos que nos universos internacionais de baixa capitalização, as empresas que incorporavam os resultados positivos ou maiores relações de rentabilidade como critérios de inclusão ganharam das carteiras sem tais critérios. Os resultados foram consistentes, independentemente das métricas de rentabilidade utilizadas e das regiões analisadas.

Com o intuito de capturar os prêmios por ganhos observados na análise de medições de rentabilidade, lançamos a série S&P Global SmallCap Select Index no final de 2018. Esta série de índices procura medir o desempenho das empresas small cap que apresentam resultados positivos e fazem parte, em sua maioria, do universo de seleção do S&P Global BMI. Os índices desta série representam diferentes regiões, incluindo mercados globais (com e sem os EUA), desenvolvidos sem os EUA e emergentes

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