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S&P MidCap 400®: Desempenho superior e possíveis usos

Argumentos em favor das estratégias de crescimento de dividendos

Construindo melhores benchmarks internacionais para companhias small cap

Diferenciando estilo de estilo puro

ETFs nos Investimentos das Companhias de Seguros – 2019

S&P MidCap 400®: Desempenho superior e possíveis usos

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Aye Soe

Managing Director, Global Head of Core and Multi-Asset Product Management

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Hamish Preston

Director, U.S. Equity Indices

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Louis Bellucci

Senior Director, Index Governance

RESUMO

As ações de capitalização média têm sido frequentemente ignoradas em favor de outros tamanhos de capitalização, tanto na prática dos investimentos quanto na literatura acadêmica. No entanto, estas ações têm ultrapassado historicamente os seus pares large cap e small cap: desde dezembro de 1994, o S&P MidCap 400 ganhou do S&P 500® e do S&P SmallCap 600® numa média anual de 2,03% e 0,92%, respectivamente.

Para entender melhor o desempenho histórico das ações mid cap, bem como os seus possíveis usos numa carteira de investimentos, este artigo:

• Resume a metodologia dos índices da S&P Dow Jones Indices para definir o universo de capitalização média dos EUA;
• Descreve o chamado “prêmio de capitalização média” e o analisa do ponto de vista fatorial e setorial;
• Demonstra que, historicamente, os gestores de fundos ativos perdem para o S&P MidCap 400;
• Mostra como incorporar ações mid cap numa carteira.

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Argumentos em favor das estratégias de crescimento de dividendos

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Tianyin Cheng

Senior Director, Strategy Indices

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Izzy Wang

Analyst, Strategy Indices

As estratégias de dividendos têm se estabelecido de boa forma entre os investidores que buscam possíveis resultados superiores ao mercado e rendimentos dos dividendos atrativos, especialmente no ambiente de baixas de taxas de juros que começou após a crise financeira de 2008 e no ambiente de taxas ainda menores que vimos em 2020 à medida que o mundo lida com as conseqüências econômicas da COVID-19.

Levando em consideração a situação econômica volátil que surgiu em 2020, bem como as incertezas do mercado que exercem pressão sobre os lucros corporativos, é possível que as companhias de alto rendimento sem grande força e disciplina financeira não possam sustentar os pagamentos futuros e sejam propensas a reduções e suspensões de dividendos.

Pelo contrário, as ações que têm um histórico de crescimento de dividendos poderiam oferecer uma oportunidade de investimento atraente num ambiente de incerteza. Uma alocação a empresas que têm dividendos sustentáveis e crescentes pode fornecer exposição a ações de alta qualidade e maiores receitas ao longo do tempo, gerando deste modo uma proteção contra a volatilidade do mercado e enfrentando em parte o risco da alta das taxas.

Este argumento vai para além do segmento tradicional das ações large cap dos EUA, abrangendo também as ações small cap e mid cap, bem como os mercados internacionais.

O S&P High Yield Dividend Aristocrats® procura acompanhar uma cesta de ações do S&P Composite 1500® que apresentam aumento consistente dos seus dividendos durante pelo menos 20 anos. O nosso artigo examina os benefícios de uma estratégia de crescimento de dividendos por meio da analise das características do S&P High Yield Dividend Aristocrats em comparação com o S&P 500® High Dividend Index, uma estratégia de altos dividendos baseada no S&P 500 (ver Apêndice para um resumo da metodologia do índice). Além disso, o nosso estudo ilustra alguns índices focados nas melhores ações com dividendos crescentes nos mercados globais e internacionais, incluindo o Canadá, a eurozona, o Reino Unido, a Ásia-Pacífico e o Japão.

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Construindo melhores benchmarks internacionais para companhias small cap

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Phillip Brzenk

Head of Multi-Asset Indices

INTRODUÇÃO

Desde a documentação do prêmio de risco por tamanho,a os participantes do mercado começaram a ver as ações de baixa capitalização (small cap) como uma classe de ativos diferente e a deter uma alocação independente nelas, separada das ações large cap. Nos últimos anos, diversas pesquisas demostraram que a qualidade é o maior impulsionador dos retornos no segmento small cap

Uma pesquisa de Cliff Asness observou que a variabilidade do efeito do tamanho proveio principalmente do desempenho volátil das companhias small cap de baixa qualidade (ações “podres” ou junk). Quando estas ações são controladas, o prêmio de risco por tamanho se torna mais sólido por natureza e pode ser encontrado em diversas indústrias e períodos, bem como em 23 mercados diferentes.

Com base na evidência encontrada no artigo “A Tale of Two Benchmarks: Five Years Later” e a efetividade em diversas regiões observada na pesquisa de Asness, examinamos se o fator de qualidade gerou um prêmio similar em benchmarks internacionais do segmento small cap. Testamos diversas medições de rentabilidade e observamos que nos universos internacionais de baixa capitalização, as empresas que incorporavam os resultados positivos ou maiores relações de rentabilidade como critérios de inclusão ganharam das carteiras sem tais critérios. Os resultados foram consistentes, independentemente das métricas de rentabilidade utilizadas e das regiões analisadas.

Com o intuito de capturar os prêmios por ganhos observados na análise de medições de rentabilidade, lançamos a série S&P Global SmallCap Select Index no final de 2018. Esta série de índices procura medir o desempenho das empresas small cap que apresentam resultados positivos e fazem parte, em sua maioria, do universo de seleção do S&P Global BMI. Os índices desta série representam diferentes regiões, incluindo mercados globais (com e sem os EUA), desenvolvidos sem os EUA e emergentes

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Diferenciando estilo de estilo puro

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Aye Soe

Managing Director, Global Head of Core and Multi-Asset Product Management

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Phillip Brzenk

Head of Multi-Asset Indices

RESUMO

• A primeira geração de índices de estilo puro da S&P DJI abrange segmentos do mercado geral e os agrupa em categorias de valor e crescimento através de parâmetros utilizados regularmente pela comunidade de investidores, o que transforma os índices em benchmarks relevantes para avaliar a habilidade dos gestores ativos e faz com que sejam adequados para quem procura realizar um investimento tradicional de tipo “comprar e manter” (buy & hold), vinculado a índices e com uma tendência para um estilo específico.

• Em contrapartida, os índices de estilo puro da S&P DJI têm uma definição mais estrita dos fatores de valor e crescimento e apresentam, portanto, uma exposição mais concentrada. Ao contrário dos índices de estilo tradicionais, não há uma sobreposição de ações de valor e crescimento. Por isso, estes índices são possivelmente uma melhor opção para investidores que buscam incluir ferramentas de medição precisas no seu processo de investimento.

• Devido às diferenças em suas metodologias, os índices possuem perfis de risco/retorno e comportamentos diferentes durante o ciclo de cada estilo. No horizonte de investimento de longo prazo, os índices de estilo puro mostraram maiores retornos e volatilidade, uma menor correlação cruzada entre estilos e maiores spreads de retorno que os índices tradicionais.

INTRODUÇÃO

A primeira geração de índices de estilo da S&P DJI para os EUA, lançada em 1992, forneceu benchmarks de estilo de investimento amplos para ações large cap, mid cap e small cap. Os índices separam o universo de investimento em categorias de valor e crescimento com base nas relações fundamentais de cada estilo. Contudo, algumas ações podem apresentar caraterísticas de valor e crescimento. Nestes casos, a capitalização de mercado é distribuída entre ambos fatores.

Como resultado, há uma sobreposição de títulos que estão presentes tanto em índices de valor quanto de crescimento. A nossa análise mostra que, em média, durante os últimos 10 anos, 166 ações do S&P 500® , 131 do S&P Midcap 400® e 188 do S&P SmallCap 600® , foram incluídas em índices de valor e crescimento

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ETFs nos Investimentos das Companhias de Seguros – 2019

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Raghu Ramachandran

Head of Insurance Asset Channel

INTRODUÇÃO

Na edição anterior do nosso relatório, demonstramos que as companhias de seguros aumentaram significativamente o uso de fundos negociados em bolsa (ETFs, pela sigla em inglês) em 2017 (37% em comparação com o ano anterior). Em 2018, as seguradoras continuaram a aumentar essa exposição e, apesar da correção do mercado no último trimestre do ano, mantiveram ativos em ETFs em linha com as tendências de crescimento no longo prazo. Além do mais, a indústria também apresentou diferenças nos seus padrões de investimento em 2018, uma vez que empresas que anteriormente demoraram em implementar o uso de ETFs o aumentaram e vice-versa. Em particular, o desinvestimento em ETFs de smart beta provocou uma queda na propriedade de ações e ativos sob administração (AUM, pela sigla em inglês) em ETFs das seguradoras. Em nossa quarta analise anual do uso de ETFs nos investimentos das seguradoras, examinamos as dinâmicas e emprego atual de mais de 1900 empresas neste mercado

RESUMO

No final de 2018, as seguradoras americanas tinham US$ 26,2 bilhões investidos em ETFs, cifra que representa uma pequena fração dos US$ 3,4 trilhões de AUM em ETFs e uma porção ainda menor dos US$ 6,3 trilhões em ativos líquidos destas companhias. A mostra o uso de ETFs por parte das seguradoras americanas durante os últimos 16 anos

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