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Estratégias de fatores no Brasil: Uma Guia para o Investidor

TalkingPoints: Entendendo o S&P/BM&F Índice de Futuros de Taxa de Juros – DI 3 anos

Por que o S&P 500® é importante para o Brasil?

Qual é a importância global do S&P 500®?

O crescimento das estratégias passivas nas pensões públicas

Estratégias de fatores no Brasil: Uma Guia para o Investidor

O QUE SÃO OS ÍNDICES FATORIAIS?
Representar as particularidades dos diferentes mercados e as características desejadas de risco/retorno tem sido uma parte fundamental da gestão ativa durante décadas. Entender a filosofia essencial por trás de uma estratégia de investimentos e democratizá-la dentro de um índice faz com que essas carteiras baseadas em regras proporcionem, no mínimo, um barômetro do desempenho relativo e, no melhor dos casos, as ferramentas para capturar o alfa de maneira sistemática

No caso das estratégias fatoriais no Brasil, vamos dirigir a nossa atenção para quatro estratégias específicas:

Valor aprimorado: No nível mais básico, o objetivo de investir em ações de valor é comprar ações “baratas” ou com desconto em relação aos seus pares, de acordo com os fatores fundamentais da empresa.

Momento: O objetivo do investimento no fator de momento é capturar as ações que têm o maior aumento de preços em comparação com os seus pares, à espera de rendimentos ainda mais elevados em um ambiente de mercado em alta.

Qualidade: O investimento em empresas com boas caraterísticas de qualidade procura capturar as ações com fatores fundamentais que representem uma empresa bem administrada em relação aos seus pares.

Baixa volatilidade/Ponderado pelo inverso do risco: As estratégias de baixa volatilidade ou de ponderação pelo inverso do risco permitem a participação no mercado, ainda em períodos de turbulência ou volatilidade.

Cada estratégia apresenta características de risco/retorno próprias que
analisaremos neste artigo.

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TalkingPoints: Entendendo o S&P/BM&F Índice de Futuros de Taxa de Juros – DI 3 anos

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Jaime Merino

Director, Asset Owners Channel

Além dos títulos de dívida típicos, como podemos ter exposição à renda fixa? Conheça o nosso S&P/BM&F Índice de Futuros de Taxa de Juros - DI 3 anos, que fornece exposição à taxa DI no Brasil por meio de contratos futuros

  1. Que é o S&P/BM&F Índice de Futuros de Taxa de Juros - DI 3 anos?
    Este índice procura medir o desempenho de uma carteira hipotética composta por um contrato futuro de DI de três anos. O contrato é na taxa interbancária com prazo de um dia, que é usada pelos bancos brasileiros para oferecer empréstimos de um banco para outro. O objetivo do contrato é fornecer uma forma de cobertura (hedge) ou especulação nas taxas de juros de curto prazo no Brasil. O índice é composto por contratos futuros e estipula a substituição do contrato do índice (“rolagem”). Esta rolagem ocorre durante um período de um dia a cada seis meses no penúltimo dia útil de dezembro e junho (data de rolagem). O índice foi desenvolvido para ser usado por administradores institucionais de investimentos, gestores de fundos mútuos, consultores profissionais e companhias de seguros.
    2. Quais são os principais benefícios do S&P/BM&F Índice de Futuros
    de Taxa de Juros - DI 3 anos?
    O índice constitui um benchmark para entidades financeiras que procuram medir o retorno dos seus investimentos e pode funcionar como a base de um instrumento de investimentos, já que é fácil de replicar. O mercado de contratos futuros no Brasil, em especial de contratos futuros de DI, é altamente líquido, o que faz com que o índice seja mais fácil de replicar do que os títulos de dívida subjacentes.

Visto que o índice está baseado em contratos futuros, são calculadas versões de retorno total e de excesso no retorno. Além disso, o índice é calculado em dólares americanos, o que faz com que seja acessível fora do Brasil. O índice de excesso no retorno inclui o retorno do preço e o rendimento de rolagem, enquanto a versão de retorno total incorpora a suposição de que o colateral será reinvestido à taxa de juros overnight.

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Por que o S&P 500® é importante para o Brasil?

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María Sánchez

Associate Director, Global Research & Design

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Priscilla Luk

Managing Director, Global Research & Design, APAC

O S&P 500 é um reconhecido índice de referência para ações large cap dos Estados Unidos. O índice procura medir as 500 principais empresas e representa aproximadamente 80% da capitalização de mercado do mercado de valores dos EUA. No encerramento do ano de 2017, mais de US$ 9,9 trilhões foram indexados exclusivamente ao S&P 500 e os ativo indexados constituíram US$ 3,4 trilhões deste total. Os produtos negociados em bolsa baseados no S&P 500 são listados em diversos mercados em todo o mundo, mas o que gera o apetite internacional pelo mercado acionário dos EUA, especialmente pelo S&P 500?

Os objetivos do presente artigo são:

  • Comparar o S&P 500 com o principal benchmark brasileiro de ações;
  • Examinar a importância do S&P 500 no mercado de valores global; e
  • Comparar o desempenho do S&P 500 com fundos ativos large cap
    dos EUA.

COMPARAÇÃO ENTRE O S&P 500 E O IBOVESPA

O S&P 500 e o Índice Bovespa (Ibovespa) são amplamente considerados como os principais indicadores de desempenho dos mercados de valores dos EUA e do Brasil, respectivamente. Ambos os índices têm sido usados normalmente como benchmarks para o investimento em ações ou fundos de renda variável domésticos. No entanto, eles apresentam diferenças significativas devido aos diversos cenários econômicos e acontecimentos do mercado que refletem.

O S&P 500 inclui 500 companhias e representa cerca de 80% da capitalização de mercado do mercado de valores dos EUA, enquanto o Ibovespa acompanha o desempenho das ações mais negociadas e representativas do mercado brasileiro de valores e abrange aproximadamente 85% do valor total negociado na B3 nos últimos 12 meses. Ambos os índices são ponderados por capitalização de mercado ajustada ao free-float, mas o S&P 500 apresenta uma diversificação muito maior nas suas ações do que Ibovespa.

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Qual é a importância global do S&P 500®?

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Tim Edwards

Managing Director and Global Head of Index Investment Strategy

O S&P 500 é um reconhecido benchmark das ações large cap dos EUA e é amplamente considerado como o indicador da performance do mercado de valores deste país. Mais qual é a importância do mercado americano e do S&P 500 no contexto internacional?

Quando a gente falta do mercado americano, qual o tamanho dele?

Jodie: O S&P 500 é o representante do mercado dos EUA e abrange cerca de 80%-85% do mercado acionário deste país. Mas do ponto de vista global, os EUA representam mais da metade do mercado internacional, conforme a medição do S&P Global BMI. Isso é realmente importante porque à medida que a economia dos EUA cresce ela impulsiona os mercados do resto dos países, e o mercado americano depende principalmente dos gastos dos consumidores. Por isso, quanto maiores forem as exportações de um país para os EUA, maior será a sensibilidade desse país em relação ao crescimento dos Estados Unidos. Por exemplo, a Coreia do Sul apresenta uma sensibilidade elevada e, em média, sobe quase 9,5% por cada ganho de 1% no crescimento dos EUA, enquanto o Reino Unido sobe apenas cerca de 2,5%. Isso permite observar que o impacto é diferente dependendo do país.

2. Levando em conta a importância do mercado americano, representado pelo S&P 500, qual é o ecossistema em torno do S&P 500?

Tim: Esse é um dos diferenciais mais importantes do S&P 500. Na maioria dos mercados, os produtos baseados no S&P 500 estarão entre os mais líquidos, negociados e investidos quando comparados com o resto das alternativas.

Isso não tem a ver somente com o benchmark em si, mas também com a disponibilidade dos diferentes aspectos que são disponibilizados em formato comercializável. A gente pode falar de contratos futuros, opções e do VIX®. Se tivéssemos que escolher um indicador acompanhado pelo resto do mundo para medir não somente a situação dos EUA, mas a saúde da economia global, provavelmente teríamos que escolher o VIX, que está baseado em opções do S&P 500. Temos também os setores do S&P 500 e smart beta ou fatores, tais como momento. Desde o seu lançamento em 1957, tem se desenvolvido um ecossistema em torno dos diferentes aspectos de investimento, peças, segmentos e características do S&P 500. Há uma riqueza impressionante não só de dados, mas também de produtos que têm importância internacional.

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O crescimento das estratégias passivas nas pensões públicas

Marc Levine é o presidente do Conselho de Investimentos do Estado de Illinois (ISBI) desde 2015. Ele é um contador público certificado com mais de 25 anos de experiência na área de investimentos e foi o sócio fundador da empresa Chicago Asset Funding LLC.

S&P DJI: Conte-nos um pouco sobre o ISBI, sua função lá, os participantes que você atende e a filosofia de investimento do Conselho.

Marc: O Conselho de Investimentos do Estado de Illinois (ISBI) administra os ativos de mais de 140.000 servidores públicos. O ISBI administra os ativos dos planos de benefício definido (BD) de diferentes sistemas de pensões, incluindo o Sistema de Pensões para Servidores Públicos, o Sistema de Pensões da Assembleia Geral, o Sistema de Pensões do Estado de Illinois para Juízes e a Agência de Energia de Illinois. O nosso plano de benefício definido possui aproximadamente US$ 18 bilhões em ativos. Também administramos o Plano de Pensões com Compensação Diferida (CD), que possui aproximadamente US$ 4 bilhões em ativos. As decisões deste plano são tomadas diretamente pelos empregados e não há contribuição do empregador.

A respeito da minha experiência, trabalhei toda a minha vida nos mercados financeiros. Durante a minha carreira, trabalhei como banqueiro de investimentos e também já fui dono de uma boutique de investimentos. Eu acredito que o simples é melhor e essa também é a nossa filosofia no ISBI.

Como presidente do Conselho, trabalho em conjunto com os outros membros para garantir que estamos seguindo a nossa meta de gerar valor ao longo do tempo para os nossos beneficiários. Isso significa manter os custos baixos e ter a certeza de que nossas alocações cumpram com os nossos objetivos de retornos ajustados pelo risco. Nós acreditamos que seguir um plano de alocação de ativos simples, diversificado e estratégico é o que gera retornos no longo prazo.

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