O setor de Serviços de Comunicações acabou de fazer um ano. Há 12 meses, o Padrão Global de Classificação Industrial (GICS® ) substituiu o setor de Serviços de Telecomunicações pelo novo setor de Serviços de Comunicações, que combina empresas de telecomunicações com outras previamente classificadas nos setores de Tecnologia da Informação e Bens de Consumo Discricionário. Como resultado, o setor de Serviços de Telecomunicações, alguma vez o patinho feio composto por três empresas de telefonia, se tornou um setor que inclui empresas de alto crescimento como Alphabet, Facebook e Netflix. Durante os últimos 12 meses, o setor ganhou do S&P 500® com uma alta de 8,55% versus 4.22% do mercado.
Depois desta mudança, a volatilidade média dos componentes do novo setor foi superior à do setor de Serviços de Telecomunicações. Portanto, alguns investidores poderiam acreditar que a volatilidade do novo índice também é superior à do seu antecessor, mas, paradoxalmente, não é bem assim. Um ano atrás, previmos que a volatilidade do novo setor seria similar à do anterior, como resultado da justaposição de duas forças opostas: A maior dispersão do novo setor Serviços de Comunicações, que aumenta a volatilidade, é compensada por correlações intrasetoriais mais baixas, que diminuem a volatilidade.
Após um ano, a nossa previsão se cumpriu. Como é possível observar na , a média de volatilidade do setor de Serviços de Comunicações (19,25%) é ligeiramente superior à do setor de Serviços de Telecomunicações (17,65%) e este aumento foi em um momento em que o S&P 500 tinha uma volatilidade muito maior. Como previmos, o setor de Serviços de Comunicações teve uma média de dispersão mais elevada e muito menores correlações do que o seu antecessor.