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Ferramentas para os mercados digitais se expandem com os últimos Índices de Criptomoedas da S&P DJI

Índices de Renda Variável da América Latina: Análise Quantitativa Segundo Trimestre de 2021

As ações da América Latina tiveram um bom segundo trimestre, à medida que a atividade comercial começa a se recuperar

Risco político: Por que é importante

O reequilíbrio de poder: Tesla, Walmart e Disney adicionadas ao S&P 500 ESG Index; Facebook, Wells Fargo e Costco eliminadas

Ferramentas para os mercados digitais se expandem com os últimos Índices de Criptomoedas da S&P DJI

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Sharon Liebowitz

Senior Director, Innovation & Strategy

Temos o orgulho de anunciar o lançamento de nossos últimos índices de criptomoedas, que incluem o novo S&P Cryptocurrency Broad Digital Market (BDM) Index.

Como já discutimos anteriormente, as criptomoedas apresentam uma série de novas oportunidades e desafios. Como indústria emergente, um dos maiores problemas é a falta de transparência.

Nossos novos índices S&P Cryptocurrency BDM proporcionam transparência com uma ampla visão do mercado de criptomoedas e refletem uma perspectiva do desempenho do mercado em geral. O S&P Cryptocurrency BDM Index inclui mais de 250 moedas no lançamento, e estimamos que ele abrange mais de 80% da capitalização total atual do mercado de criptomoedas.

Em termos dos índices em si, os índices S&P Cryptocurrency BDM são ponderados por capitalização de mercado. Esta corresponde ao suprimento de criptomoedas multiplicado pelo seu preço. Visto que o mercado é especialmente dinâmico, o uso de proporções fixas para determinar a capitalização de mercado é rapidamente ultrapassado. Em vez disso, os índices usam um algoritmo de agrupamento para selecionar a coorte apropriada de componentes. Para mais detalhes sobre o algoritmo de classificação da capitalização de mercado, consulte a metodologia.

Para serem incluídas no universo dos índices, as moedas devem ser precificadas pela Lukka Prime e negociadas em bolsas reconhecidas pela Lukka. Outros critérios de elegibilidade incluem os seguintes.
• Capitalização de mercado – Cada componente deve ter um valor de capitalização de mercado maior ou igual a 10 milhões de dólares no momento de sua inclusão nos índices.
• Liquidez – Cada componente deve ter uma média do valor negociado diário (MDVT) durante três meses de USD 100.000 no momento de sua inclusão nos índices.
• Pesquisa de validação - Cada componente deve ter um documento técnico de apoio

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Índices de Renda Variável da América Latina: Análise Quantitativa Segundo Trimestre de 2021

Quanta diferença um ano faz. As ações da América Latina apresentaram um segundo trimestre sólido e ultrapassaram a maioria das regiões, uma vez que o S&P Latin America BMI subiu 15,7%. Em junho de 2021, o índice registrou o seu melhor retorno de 12 meses desde junho de 2007, com uma alta de 46,6%. Mais de um ano depois a pandemia de COVID-19 causar estragos na economia e na saúde pública global, o S&P Latin America 40 foi um dos índices com melhor desempenho da região, com um aumento de 51% para o período de um ano que terminou em junho.

Graças ao desenvolvimento de vacinas efetivas para combater o vírus, o otimismo econômico global é palpável. No segundo trimestre, o S&P 500® subiu 8,5%, enquanto o S&P Europe 350® teve uma alta de 7,7%, e o S&P Emerging BMI de 7,5%. Apesar do entusiasmo, os mercados emergentes e a América Latina especificamente continuam sendo motivo de preocupação devido à lentidão da aplicação de vacinas, o que permite que variantes potencialmente resistentes a estas enfraqueçam quaisquer ganhos obtidos durante este período de recuperação. Adicionalmente, a crise social e política observada em países como o Chile, a Colômbia e o Peru são uma possível ameaça à estabilidade e ao crescimento das economias domésticas e regionais.

Consequentemente, os países que tiveram o melhor desempenho no segundo trimestre foram a Argentina, o Brasil e o México. Entretanto, todos os países andinos apresentaram um desempenho inferior. O S&P MILA Andean 40, que representa os mercados do Chile, Colômbia e Peru, caiu 10,6% em dólares americanos. Ao realizar a medição em moeda local, o S&P IPSA e o S&P/BVL Peru Select 20% Capped Index foram os índices com o pior desempenho, com quedas de 11,6% e 9,6%, respectivamente, enquanto o S&P Colombia Select Index caiu 2,5%.

Quanto aos setores do S&P Latin America BMI, Energia e Bens de Consumo Discricionário lideraram durante o segundo trimestre, com altas de 31,5% e 25,3%, respectivamente. O único setor que não teve retornos positivos durante este trimestre foi o de Imóveis, que terminou quase sem variações (-0,4%). É interessante notar que o setor de Materiais tem sido o mais consistente em termos de desempenho superior a curto e longo prazo. O setor inclui algumas das companhias de melhor desempenho nos últimos 12 meses, como Cemex SA e Grupo Mexico no México, Vale S.A. e Gerdau S.A. no Brasil, SOQUIMICH no Chile e Southern Copper no Peru.

Com o aumento do interesse no investimento sustentável, cabe notar que os índices ESG para o Brasil, Chile e México tiveram um bom desempenho versus seus benchmarks locais. Embora o objetivo principal dos índices ESG seja melhorar o perfil da pontuação ESG da S&P DJI em comparação com o índice subjacente, às vezes os índices podem fazer ambos: superar o desempenho e melhorar o perfil ESG.

À medida que mais empresas participam no processo de avaliação ESG e que as regulações locais oferecem uma guia para as decisões de investimento dos fundos de pensões, esta será um área de grande desenvolvimento na indústria do investimento.

Em geral, há ainda muitos desafios para a região. No fundo, é necessário um caminho mais rápido para superar a pandemia, bem como uma recuperação econômica forte e estável, sem mencionar sistemas políticos estáveis que apoiem o desenvolvimento dos mercados de capitais. A boa notícia é que cada país está trabalhando arduamente para restaurar a saúde pública e a estabilidade econômica. Para isso, esperemos que o segundo semestre do ano seja tão forte quanto o primeiro.

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As ações da América Latina tiveram um bom segundo trimestre, à medida que a atividade comercial começa a se recuperar

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Silvia Kitchener

Director, Global Equity Indices, Latin America

Este artigo foi publicado originalmente no blog de Indexology® em 15 de julho de 2021.

Quanta diferença um ano faz. As ações da América Latina apresentaram um segundo trimestre sólido e ultrapassaram a maioria das regiões, uma vez que o S&P Latin America BMI subiu 15,7%. Em junho de 2021, o índice registrou o seu melhor retorno de 12 meses desde junho de 2007, com uma alta de 46,6%. Mais de um ano depois a pandemia de COVID-19 causar estragos na economia e na saúde pública global, o S&P Latin America 40 foi um dos índices com melhor desempenho da região, com um aumento de 51% para o período de um ano que terminou em junho.

Graças ao desenvolvimento de vacinas efetivas para combater o vírus, o otimismo econômico global é palpável. No segundo trimestre, o S&P 500® subiu 8,5%, enquanto o S&P Europe 350® teve uma alta de 7,7%, e o S&P Emerging BMI de 7,5%. Apesar do entusiasmo, os mercados emergentes e a América Latina especificamente continuam sendo motivo de preocupação devido à lentidão da aplicação de vacinas, o que permite que variantes potencialmente resistentes a estas enfraqueçam quaisquer ganhos obtidos durante este período de recuperação. Adicionalmente, a crise social e política observada em países como o Chile, a Colômbia e o Peru são uma possível ameaça à estabilidade e ao crescimento das economias domésticas e regionais.

Consequentemente, os países que tiveram o melhor desempenho no segundo trimestre foram a Argentina, o Brasil e o México. Entretanto, todos os países andinos apresentaram um desempenho inferior. O S&P MILA Andean 40, que representa os mercados do Chile, Colômbia e Peru, caiu 10,6% em dólares americanos. Ao realizar a medição em moeda local, o S&P IPSA e o S&P/BVL Peru Select 20% Capped Index foram os índices com o pior desempenho, com quedas de 11,6% e 9,6%, respectivamente, enquanto o S&P Colombia Select Index caiu 2,5%.

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Risco político: Por que é importante

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Laura Assis Iragorri

Analyst, Global Research & Design

S&P Dow Jones Indices

Este artigo foi publicado originalmente no blog de Indexology® em 19 de maio de 2021.

As oportunidades internacionais para diversificar as alocações de renda variável estão aumentando, junto com a globalização, e como resultado, o risco político importa agora mais do que nunca. Mais ainda, a interação entre políticas macroeconômicas e a instabilidade dos governos continua a ter efeitos de longo alcance no risco político, aumentando a incerteza que acompanha a alocação em mercados emergentes.

Tendo isto em mente, a S&P Dow Jones Indices colaborou com GeoQuant, uma empresa de dados de risco político orientada pela inteligência artificial (IA), para criar o Emerging Markets Political Risk-Tilted Concept Index (doravante “Concept Index”).

Oferecendo uma alternativa de risco político reduzido para a exposição do S&P Emerging BMI, o Risk-Tilted Concept Index aumenta (ou diminui) as ponderações de países com risco político relativamente baixo (ou alto), levando a maiores retornos acumulados durante o período histórico de backtesting (ver quadro 1).1 As decisões de alocação são tomadas de acordo com o “Indicador de Risco Macrogovernamental” customizado da GeoQuant, que avalia tanto o grau de risco das políticas derivadas da gestão macroeconômica quanto a incerteza em torno da capacidade dos governos em exercício.

Risco político: Por que é importante

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O reequilíbrio de poder: Tesla, Walmart e Disney adicionadas ao S&P 500 ESG Index; Facebook, Wells Fargo e Costco eliminadas

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Mona Naqvi

Global Head of ESG Capital Markets Strategy, S&P Global

Este artigo foi publicado originalmente no blog de Indexology® em 6 de maio de 2021.

A força do investimento ESG não mostra sinais de parar, com ativos de fundos sustentáveis próximos a 2 trilhões de dólares, após os influxos recorde no primeiro trimestre. A pressão sobre as empresas para que tenham um bom desempenho de sustentabilidade nunca foi tão alta, pois o tema mais quente de Wall Street ainda se torna mais quente. Mas que empresas se beneficiam de todo esse calor? Levando em conta os ativos adicionados a produtos relacionados com o S&P 500® ESG Index, parece que o equilíbrio de poder pode estar mudando. Pelo menos no futuro previsível, a Sustentabilidade é o Rei (ou a Rainha). Portanto, por decreto quase real, aqui estão os resultados do reequilíbrio anual do S&P 500 ESG Index em 2021.

O que mudou? Em primeiro lugar, mudou a metodologia em si com a introdução de um filtro de seleção para carvão térmico em setembro do ano passado, após uma consulta pública. Embora o índice ainda vise oferecer um perfil de risco/retorno semelhante ao do S&P 500, com melhorias na sustentabilidade (em lugar de reduzir a exposição ao carbono em si), ele experimentou uma redução bem-vinda de 12% na intensidade das emissões de carbono desde o último rebalanceamento anual.

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