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ETFs nos Investimentos das Companhias de Seguros - 2020

O dilema da gestão ativa

A valorização da baixa volatilidade

S&P 500® 2018: Vendas globais

S&P MidCap 400®: Desempenho superior e possíveis usos

ETFs nos Investimentos das Companhias de Seguros - 2020

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Raghu Ramachandran

Head of Insurance Asset Channel

INTRODUÇÃO

No nosso primeiro relatório em 2015, utilizamos tendências históricas para projetar que, em cinco anos, as seguradoras duplicariam o seu uso de ETFs. Hoje, cinco anos depois, o uso de ETFs nos investimentos das companhias de seguros é, de fato, o dobro comparado com 2015. No período de um ano encerrado em 31 de dezembro de 2019, as seguradoras aumentaram 16% os ativos sob administração (AUM) em ETFs até atingir US$ 31,2 bilhões. As companhias incrementaram o uso de ETFs de renda variável e renda fixa. Embora o uso geral de ETFs tenha subido, algumas partes da indústria que tinham sido ativas no uso destes instrumentos se afastaram. Mesmo que o uso de ETFs de renda fixa tenha crescido, o uso da valorização sistemática (VS) caiu.

RESUMO

No final de 2019, as seguradoras americanas tinham US$ 31,2 bilhões investidos em ETFs. Esta cifra representa uma pequena fração dos US$ 4,4 trilhões de AUM em ETFs e uma porção ainda menor dos US$ 6,7 trilhões em ativos líquidos destas companhias. O quadro mostra o uso de ETFs por parte das seguradoras americanas durante os últimos 16 anos.

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O dilema da gestão ativa

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Craig Lazzara

Managing Director, Global Head of Index Investment Strategy

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Anu R. Ganti

Senior Director, Index Investment Strategy

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Fei Mei Chan

Director, Index Investment Strategy

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Tim Edwards

Managing Director, Index Investment Strategy

RESUMO

Geralmente, a volatilidade do mercado inferior à média é associada a retornos acima da média. Assim, se os investidores tivessem que escolher entre alta e baixa volatilidade, a maioria deles preferiria esta última.
• No entanto, para os gestores ativos esta escolha é menos óbvia: uma menor volatilidade do mercado é associada a uma menor correlação e dispersão, ambas variáveis que fazem mais difícil justificar a gestão ativa.
• As carteiras ativas pelo geral são mais voláteis do que os seus benchmarks (quanto mais voláteis dependerá em parte das correlações). Os gestores ativos pagam um custo implícito pela concentração, que aumenta quando as correlações diminuem.
• Uma baixa dispersão faz com que seja mais difícil para os gestores ativos agregar valor e reduz o retorno acumulado para aqueles que o conseguem.
• Estas perspectivas salientam o conflito entre os objetivos de geração de retornos absolutos e relativos.

UMA PERGUNTA SIMPLES

Um gestor ativo deveria preferir negociar em ambientes de maior ou menor volatilidade? Quais fatores deveriam ser levados em conta nessa decisão?

À primeira vista, a escolha parece bastante simples. O quadro lembra que volatilidade e retornos estão inversamente relacionados. Uma maior volatilidade geralmente castiga os resultados e vice-versa.

O quadro permite observar isto mais diretamente. Neste caso, dividimos os meses da nossa base de dados pela volatilidade mensal e analisamos os retornos em cada conjunto de meses.

Estas cifras fazem com que a eleição dos gestores ativos pareça óbvia: se a volatilidade é elevada, os retornos tendem a ser negativos e se a volatilidade é baixa, a média dos retornos é essencialmente positiva. Os retornos positivos indicam que os clientes dos gestores estão ganhando dinheiro, o que eles geralmente agradecem, e que as taxas de administração (se baseadas em ativos) também estão crescendo. Atrair novos ativos é mais fácil durante períodos de alta do mercado, enquanto que “durante períodos de mercados em baixa, os investidores não recompensam o desempenho superior com maiores fluxos de caixa

Uma menor volatilidade indica que gestores e clientes têm retornos mais estáveis e menos surpresas. Sem dúvida, um gestor deveria procurar uma baixa volatilidade, tanto pelo seu próprio bem quanto pela relação desta com maiores retornos. O que pode correr mal?

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A valorização da baixa volatilidade

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Craig Lazzara

Managing Director, Global Head of Index Investment Strategy

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Fei Mei Chan

Director, Index Investment Strategy

RESUMO

• As estratégias de baixa volatilidade, como o seu nome sugere, geralmente têm uma boa performance quando os mercados caem. Desafiando a teoria tradicional de precificação de ativos financieros, elas têm, de forma anômala, superado seus benchmarks ao longo do tempo apesar de exibir menor risco

• Devido à sua popularidade nos últimos anos, alguns críticos já afirmaram que as ações de baixa volatilidade estão sobrecompradas e sobrevaloradas.

• O nosso objetivo é quantificar a valorização atual da baixa volatilidade. Além disso, tentamos esclarecer se é possível identificar os ambientes de valorização em que as estratégias de baixa volatilidade permitiriam tirar o melhor proveito do dinheiro investido.

• A valorização relativa do S&P 500® Low Volatility Index se tornou gradualmente mais cara desde o ano de 2000. No encerramento de 2019, o índice de baixa volatilidade foi ligeiramente mais caro do que o seu índice principal, o S&P 500. No entanto, como indicador principal do desempenho relativo de estratégias de baixa volatilidade, o fator valor nunca foi particularmente valioso.

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S&P 500® 2018: Vendas globais

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Howard Silverblatt

Senior Index Analyst, Product Management

ANO EM RESUMO

• Em 2018, o percentual de vendas do S&P 500 em outros países caiu: a taxa geral de 2018 foi 42,90%, em comparação com 43,62% em 2017 e 43,16% em 2016. A maior taxa recente foi em 2014 (47,82%), enquanto a menor foi em 2003 (41,84%). As vendas de ações do S&P 500 no exterior representam produtos e serviços produzidos e vendidos fora dos EUA

• Na Ásia, as vendas caíram levemente, mas esta continuou sendo a
região com mais vendas (com uma precisão de seis dígitos) e
representou 8,24% do total do S&P 500, cifra inferior a 2017 (8,26%)
e 2016 (8,46%), mas superior a 2015 (6,77%) e 2014 (7,80%).
• As vendas na Europa subiram por quinto ano consecutivo e foram inferiores às da Ásia apenas por um ponto e alcançaram 8,24% do total de vendas em 2018, superior às percentagens de 8,14% em 2017, 8,13% em 2016, 7,79% em 2015 e 7,46 em 2014. O Reino Unido (parte das vendas da Europa) aumentou para 1,49% em 2018, após ter registrado 1,12% em 2017 e 1,10% em 2016.

• As vendas no Japão diminuíram novamente em 2018 e fecharam em 1,14%, inferior aos valores de 1,51% e 1,52% de 2017 e 2016, respectivamente. Na África, as vendas caíram de 3,90% em 2017 e 3,97% em 2016 para 3,82%. As vendas no Canadá fecharam em 1,98%, versus 2,16% e 2,67% em 2017 e 2016, respectivamente.

• Tecnologia da Informação se manteve como o setor com maior exposição ao exterior: aumentou de 56,85% em 2017 e 57,15% em 2016 para 58,19% em 2018. O setor de Energia, que liderou os setores em 2016 com 58,88%, caiu durante dois anos consecutivos para 54,05% e 51,28% em 2017 e 2018, respectivamente.

• Os arquivos pró-forma do setor de Serviços de Comunicações mostraram que 44,74% das vendas vieram de fora dos EUA.

• Considerando o debate atual e as medidas legislativas quanto as vendas, tarifas e emprego, o nível de divulgação de dados específicos por parte das empresas continua sendo pouco alentador.

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S&P MidCap 400®: Desempenho superior e possíveis usos

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Aye Soe

Managing Director, Global Head of Core and Multi-Asset Product Management

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Hamish Preston

Director, U.S. Equity Indices

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Louis Bellucci

Senior Director, Index Governance

RESUMO

As ações de capitalização média têm sido frequentemente ignoradas em favor de outros tamanhos de capitalização, tanto na prática dos investimentos quanto na literatura acadêmica. No entanto, estas ações têm ultrapassado historicamente os seus pares large cap e small cap: desde dezembro de 1994, o S&P MidCap 400 ganhou do S&P 500® e do S&P SmallCap 600® numa média anual de 2,03% e 0,92%, respectivamente.

Para entender melhor o desempenho histórico das ações mid cap, bem como os seus possíveis usos numa carteira de investimentos, este artigo:

• Resume a metodologia dos índices da S&P Dow Jones Indices para definir o universo de capitalização média dos EUA;
• Descreve o chamado “prêmio de capitalização média” e o analisa do ponto de vista fatorial e setorial;
• Demonstra que, historicamente, os gestores de fundos ativos perdem para o S&P MidCap 400;
• Mostra como incorporar ações mid cap numa carteira.

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