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U.S. Equities Market Attributes April 2020

Índices de Renda Variável da América Latina: Análise Quantitativa 1° Trimestre de 2020

Índices de Renta Variable de América Latina: Análisis Cuantitativo Primer Trimestre de 2020

S&P Latin America Equity Indices Quantitative Analysis Q1 2020

S&P GIVI® Japan and Major Single Factors Q1 2020

U.S. Equities Market Attributes April 2020

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Howard Silverblatt

Senior Index Analyst, Product Management

  • The S&P 500® was up 12.68% in April, bringing its YTD return to -9.85%.
  • The Dow Jones Industrial Average® gained 11.08% for the month and was down 14.69% YTD.
  • The S&P MidCap 400® increased 14.06% for the month and was down 20.20% YTD.
  • The S&P SmallCap 600® returned 12.60% in April and -24.49% YTD.

The U.S. market went into April focused on survival, and it exited focused on the Reopening of the U.S. There are now two key questions: “Is it safe?” and “If you open it, will they come?” Markets wanted to believe, and reacted positively to the idea of a light at the end of the tunnel, even as few knew how far away the light was (and some warned that it was not light, but an oncoming train). Data for Q1 2020 showed the impact of the virus, as Q2 2020 was expected to be worse. For Q1 2020, 57.0% of the market value has reported earnings, with 177 of the 260 issues beating the 27.4% lowered estimates, and 165 of the 256 beating on sales. The Q2 2020 estimates declined 41.2% from year-end 2019, as Q3 2020 declined 27.4%, Q4 2020 declined 18.6%, and full-year 2020 declined 28.5%; 2021 estimates have started to decline, off 9.0%. With 44.1% reported, buybacks are running stronger than expected for Q1 2020.

As for Q2 2020, don’t expect anything, and you won’t be disappointed. For Q2 2020 dividends-to-date, 19 S&P 500 issues increased, 12 decreased, and 12 suspended, for a net change of USD -13.4 billion (USD -17.4 billion YTD). As for employment, it was a month to survive, as the six-week total Unemployment Claims was 30,307,000, with the employment report (May 8, 2020) expected to show an unemployment rate in the area of 20%. Overall, however, trading was more focused on perception and fundamentals, compared with the knee-jerk reactions of late February and March. May, however, could see some of that volatility come back, as the market reacts to each news item on the Reopening of the U.S.

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Índices de Renda Variável da América Latina: Análise Quantitativa 1° Trimestre de 2020

Comentários

Esta nova década não começou bem; se somente pudéssemos pultar diretamente para 2021. No meio do impacto avassalador da pandemia da COVID-19 na saúde pública e na economia, ressoa a messagem de que “isto também vai passar”.

As ações dos EUA, que servem de orientação para a economia global, ultrapassaram os máximos históricos de volatilidade. O VIX®, conhecido também como o “medidor do medo”, não tinha atingido estes máximos desde a crise financeira global em 2008. Quanto maior for a incerteza, maiores serão os preços das opções utilizadas para calcular o VIX. A queda abrupta dos preços do petróleo após uma guerra de preços entre a Rússia e a Arábia Saudita ameaçou com um colapso do setor energético, aumentando a incerteza nos EUA e no mundo. O desemprego nos EUA continuou subindo: nas últimas duas semanas do trimestre, quase 10 milhões de americanos solicitaram o subsídio de desemprego após o encerramento de milhares de empresas. Espera-se que este número seja apenas um sinal de mais perdas de emprego e que os pedidos de subsídio de desemprego dupliquem nas próximas semanas. Muitas das empresas impactadas estão nas indústrias de viagens, entretenimento, restaurantes, varejo e imóveis.

E na América Latina? Como um tsunami que começou na Ásia e depois devastou a Europa, a COVID-19 e os seus efeitos estão agora inundando as Américas. Apesar do encerramento das fronteiras e das quarentenas, a pandemia continua a varrer o continente. Os governos começaram a instituir políticas para minimizar o impacto na saúde pública e na economia. À semelhança dos EUA, que aprovaram um pacote de estímulo de 2 bilhões de dólares para ajudar a mitigar os efeitos da pandemia, o Brasil aprovou cerca de 30 mil milhões de dólares. O Peru está também avaliando um pacote semelhante. No Chile, o Presidente aprovou um pacote de 12 mil milhões de dólares. Na Argentina, o Banco Mundial vai emprestar 300 milhões de dólares em fundos de emergência. A Colômbia e o México ainda não anunciaram quaisquer medidas económicas importantes. A pergunta que muitos fazem é: tudo isto será suficiente? No meio da incerteza, a resposta dependerá da rapidez com que a pandemia recue e a vida volte à normalidade.

De acordo com os analistas de classificações de risco da S&P Global, se espera que a pandemia empurre a América Latina para uma recessão em 2020, o que significaria o crescimento mais fraco para a região desde a crise global de 2008. Prevêem também uma contração do PIB de 1,3% em 2020, antes de recuperar para uma taxa de crescimento de 2,7% em 2021. Por último, a duração da recessão (embora potencialmente pior em alguns países) poderia ser muito mais curta: estão previstos apenas dois trimestres em comparação com os seis trimestres da crise de 2008.

Os mercados da América Latina tiveram um desempenho inferior ao dos mercados globais durante o primeiro trimestre. Todos os ganhos dos anos anteriores foram completamente eliminados. A S&P Latin America 40 teve o pior trimestre do ano, fechando em -46% em termos de dólares. Em comparação, o S&P 500®, que também teve o seu pior trimestre desde 2008, recuou 20%.

Nenhum setor económico foi poupado no rápido colapso e empresas de indústrias importantes como energia, mineração e finanças foram duramente atingidas. A queda média dos preços das ações para membros do S&P América Latina 40 foi de aproximadamente -45% no trimestre. O setor de Energia do S&P Latin America BMI teve o pior desempenho entre os 11 setores do GICS (-61%). O setor de Assistência Médica teve um trimestre difícil (-45%), mas graças ao seu forte desempenho passado, apresentou perdas muito menores nos períodos de médio prazo.

Analisando os mercados individuais em termos de moeda local, o S&P MERVAL da Argentina recuou 41,5% no trimestre. Se seguriam o Brasil e a Colômbia com retornos respectivos de -36% e -32%, conforme medido pelo S&P Brazil BMI e o S&P Colombia Select Index.

Num mar de números vermelhos durante o trimestre, alguns índices mexicanos conseguiram ficar em território positivo. O S&P/BMV IPC Inverse Daily Index, que procura acompanhar o desempenho inverso (reposto diariamente) do S&P/BMV IPC, ganhou 23%. Os três índices seguintes também se deram bem: o S&P/BMV MXN-USD (26%), o S&P/BMV China SX20 (9,4%) e o S&P/BMV Ingenius Index (9,4%). Estes dois últimos buscam medir a negociação de ações internacionais na Bolsa Mexicana de Valores e o seu forte desempenho é impulsionado em grande parte pela depreciação de quase 20% do peso mexicano em relação ao dólar americano no primeiro trimestre.

O primeiro trimestre já acabou e o segundo trimestre tem um aspecto sombrio. Esforços abrangentes já estão sendo levados a cabo para ajudar os cidadãos e apoiar as nossas economias. Só podemos esperar o melhor enquanto continuamos avançando com cautela.

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Índices de Renta Variable de América Latina: Análisis Cuantitativo Primer Trimestre de 2020

Comentarios

Esta nueva década no ha empezado bien; si tan solo pudiéramos pasar directamente al 2021. En medio del abrumador impacto de la pandemia del COVID-19 en la salud pública y en la economía, encuentra eco el mensaje de que “esto también pasará”.

Las acciones de Estados Unidos, que sirven de guía para la economía mundial, superaron los máximos históricos de volatilidad. El VIX®, también conocido como el “medidor del miedo” no había alcanzado máximos similares desde la crisis financiera global de 2008. Cuanto mayor es la incertidumbre, mayores son los precios de las opciones que se utilizan para calcular el VIX. La caída precipitada de los precios del petróleo tras una guerra de precios entre Rusia y Arabia Saudita amenazó con un colapso del sector energético, lo que se sumó a la incertidumbre en EE. UU. y a nivel mundial. El desempleo en EE. UU. continuó aumentando: en las últimas dos semanas del trimestre, cerca de 10 millones de estadounidenses solicitaron beneficios de desempleo tras el cierre de miles de empresas. Se espera que este número sea solamente una señal de más pérdidas de trabajo por venir y que las solicitudes de seguro de desempleo se dupliquen en las próximas semanas. Muchos de los negocios afectados se encuentran en las industrias de viajes, entretenimiento, restaurantes, venta al por menor y bienes raíces.

¿Qué hay de América Latina? Como un tsunami que comenzó en Asia y luego asoló Europa, el COVID-19 y sus efectos están ahora inundando las Américas. A pesar del cierre de las fronteras y las cuarentenas, la pandemia sigue arrasando el continente. Los gobiernos han comenzado a instituir políticas para reducir al mínimo las repercusiones en la salud pública y en la economía. Al igual que EE. UU., que aprobó un paquete de estímulo económico de 2 billones de dólares para ayudar a mitigar los efectos de la pandemia, Brasil aprobó un monto cercano a los 30 mil millones de dólares. Perú también está evaluando un paquete similar. En Chile, el presidente aprobó un paquete de 12 mil millones de dólares. En el caso de Argentina, el Banco Mundial prestará a este país 300 millones de dólares en fondos de emergencia. Colombia y México aún no han anunciado ninguna medida económica importante. La pregunta que muchos se hacen es ¿será todo esto suficiente? En medio de la incertidumbre, la respuesta dependerá de la rapidez con que la pandemia retroceda y la vida vuelva a la normalidad.

Según los analistas de calificación de S&P Global, se espera que el brote empuje a América Latina hacia una recesión en 2020, lo que significaría el crecimiento más débil de la región desde la crisis global de 2008. También han pronosticado que el PIB se contraerá en un 1,3% en 2020, antes de recuperarse para alcanzar una tasa de crecimiento de 2,7% en 2021. Por último, la duración de la recesión (aunque posiblemente peor en algunos países) podría ser mucho más corta: solo se proyectan dos trimestres en comparación con los seis trimestres que duró la crisis de 2008.

Los mercados latinoamericanos tuvieron un rendimiento inferior a los mercados globales durante el primer trimestre. Todas las ganancias de los años anteriores fueron completamente eliminadas. El S&P Latin America 40 registró el peor trimestre de su historia, cerrando en -46% en términos de dólares. En comparación, el S&P 500®, que también tuvo su peor trimestre desde 2008, retrocedió 20%.

Ningún sector económico se libró del rápido derrumbe y empresas de industrias importantes como energía, minería y finanzas se vieron duramente afectadas. La caída promedio del precio de las acciones para miembros del S&P América Latina 40 fue de aproximadamente -45% en el trimestre. El sector de Energía del S&P Latin America BMI tuvo el peor desempeño entre los 11 sectores de GICS (-61%). El sector Salud tuvo un trimestre difícil (-45%), pero gracias a su fuerte desempeño pasado, mostró pérdidas mucho menores en los períodos de mediano plazo.

Analizando los mercados individuales en términos de moneda local, el S&P MERVAL de Argentina cayó 41,5% en el trimestre. Brasil y Colombia le siguieron con rendimientos respectivos de -36% y -32%, según las mediciones del S&P Brazil BMI y el S&P Colombia Select Index.

En medio de un mar de números rojos durante el trimestre, algunos índices mexicanos lograron mantenerse en terreno positivo. El S&P/BMV Diario Inverso, que busca seguir el rendimiento inverso (reajustado diariamente) del S&P/BMV IPC, tuvo un alza de 23%. Los siguientes tres índices también tuvieron un buen desempeño: S&P/BMV MXN-USD, (26%) S&P/BMV China SX20 (9.4%) y S&P/BMV Ingenius Index (9.4%). Estos dos últimos índices están diseñados para medir las operaciones de acciones internacionales en la Bolsa Mexicana de Valores y su desempeño sólido se debe principalmente a la depreciación de casi 20% del peso mexicano frente al dólar en el primer trimestre.

El primer trimestre de 2020 ya terminó y el segundo trimestre se ve sombrío. Amplios esfuerzos de ayuda ya están en marcha para ayudar a los ciudadanos y apoyar nuestras economías. Solo nos queda esperar que todo resulte bien mientras procedemos con mucha cautela.

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S&P Latin America Equity Indices Quantitative Analysis Q1 2020

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Michael Orzano

Senior Director, Global Equity Indices

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Silvia Kitchener

Director, Global Equity Indices, Latin America

S&P Latin America Equity Indices Commentary: Q1 2020

This new decade has not really started well—if only we could jump straight to 2021. Amid the overwhelming impact of the COVID-19 pandemic on public health and on the economy, perhaps what resonates best is that “this too will pass.”

U.S. equities, which serve as a guidepost for the global economy, surpassed prior all-time highs in volatility. VIX®, also known as the “fear gauge” has not reached similar highs since the global financial crisis (GFC) in 2008. The higher the uncertainty, the higher the option prices that are used to calculate VIX. The precipitousdrop in oil prices following a price war between Russia and Saudi Arabia threatened a collapse of the Energy sector, adding to the uncertainty in the U.S. and globally. Unemployment in the U.S. continued to rise—in the last two weeks of the quarter, nearly 10 million American applied for unemployment benefits following the shutdown of thousands of businesses. It’s expected that this number is only a sign of further job losses to come and that unemployment filings will double in the coming weeks. Many impacted businesses are in the travel, entertainment, restaurant, retail, and real estate industries.

What about Latin America? Like a tsunami that started in Asia then ravaged Europe, COVID-19 and its effects are now flooding the Americas. Despite the closing of borders and quarantines, the pandemic continues to sweep the continent. Governments have started to institute policies to minimize the public health and the economic impact. Similar to the U.S., which has approved a USD 2 trillion stimulus package to help mitigate the effects of the pandemic, Brazil has approved around USD 30 billion. Peru is also reviewing a similar package. In Chile, the president approved a USD 12 billion package. In Argentina, the World Bank will lend USD 300 million in emergency funds. Colombia and Mexico have not yet announced any major economic measures at this time. The question many ask is, will all this be enough? In the midst of uncertainty, the answer depends on how quickly the pandemic recedes and life goes back to normal.

According to S&P Global’s rating analysts, it is expected that the outbreak will push Latin America into a recession in 2020, recording its weakest growth since the GFC. They have also forecast that GDP will contract by 1.3% in 2020, before bouncing back to a growth rate of 2.7% in 2021. Finally, the length of the recession—although potentially worse in some countries—may be much shorter: only two quarters are projected versus six quarters during the GFC.1

Latin American markets underperformed global markets during the first quarter. All gains from the previous years were completely wiped out. The S&P Latin America 40 posted the worst quarter on record, ending at -46% in USD terms. In comparison, the S&P 500®, which also had the worst quarter since 2008, lost 20%.

No economic sector was spared in the rapid downturn, as companies in important industries like energy, mining, and financials were hit hard. The average stock price drop for members of the S&P Latin America 40 was around -45% for the quarter. The Energy sector of the S&P Latin America BMI performed the worst among the 11 GICS sectors (-61%). Health Care had a difficult quarter (-45%), but thanks to its strong past performance, it lost a lot less for the mid-term periods. Looking at individual markets in local currency terms, Argentina’s S&P MERVAL Index lost 41.5% for the quarter. Brazil and Colombia followed, returning -36% and -32%, respectively, as measured by the S&P Brazil BMI and the S&P Colombia Select Index.

In a sea of red for the quarter, in Mexico some indices were able to stay in the black. The S&P/BMV IPC Inverse Daily Index, which seeks to track the inverse performance (reset daily) of the S&P/BMV IPC, gained 23%. The following three indices also did well: the S&P/BMV MXN-USD (26%), the S&P/BMV China SX20 Index (9.4%), and the S&P/BMV Ingenius Index (9.4%). The latter two indices are designed to measure international stocks trading on the Mexican Stock Exchange, and their strong performance is largely driven by the depreciation of nearly 20% of the Mexican peso relative to the U.S. dollar in Q1.

The first quarter is done, and the second quarter is looking gloomy. Comprehensive relief efforts are underway to help citizens and support our economies, and we can only hope for the best while we continue to tread carefully.

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S&P GIVI® Japan and Major Single Factors Q1 2020

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Tianyin Cheng

Senior Director, Strategy Indices

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Izzy Wang

Analyst, Strategy Indices

The S&P GIVI (Global Intrinsic Value Index) Japan outperformed its benchmark index, the S&P Japan BMI, by 40 bps in Q1 2020. Since its launch in March 2012, the S&P GIVI Japan has outperformed its benchmark index by 13 bps per year, with a tracking error of 2.44%.

2020 has gotten off to a bad start.  The Japanese equity market, as measured by the S&P Japan BMI, declined by 17.96% in Q1 2020, which was the worst-performing quarter since the GFC.  Amid the concern over the global economy’s outlook when China placed itself on lockdown due to COVID-19 in January, the Japanese market saw a mild decline.  After oil prices crashed and the virus threw various countries into chaos in March, the worldwide economic slowdown became real, and Japan had to join the global fight against COVID-19.  On March 23, 2020, the S&P/JPX JGB VIX®, which measures the 30-day forward volatility of 10-year JGB futures and represents the macroeconomic stability of Japan, rose to an all-time high of 6.81 and closed at 4.77 for Q1.  Stressed investors were resorting to extreme behavior amid the uncertain economic outlook and pressure on market liquidity. 

In the COVID-19 crisis, sectors appeared to be the main driver of performance, with a large gap between winners and losers—the difference between the best- and worst-performing sectors was 24.74%.  On one hand, the sharp decline in consumption demand and shortage of supply heavily hit several cyclical sectors.  Energy was the worst performer under the pressure of low demand and the collapse of Saudi-Russia negotiations.  Real Estate was severely affected, especially in the hotels and malls segments.  On the other hand, traditional defensive sectors, such as Utilities and Consumer Staples, were the best performers.  Health Care outperformed, as demand for healthcare products surged this quarter and hopes were on biotech companies producing vaccines/testing tools.  Finally, the increase in social distancing boosted the use of internet-based products, which favored Communication Services. 

The outperformance of the S&P GIVI Japan was mainly due to the selection effect, especially in Information Technology and Communication Services.

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