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Investidores temem inadimplência da Venezuela; S&P eleva notas da Argentina

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Investidores temem inadimplência da Venezuela; S&P eleva notas da Argentina

* O advogado venezuelano Rafael Guzman declarou que o banco central do país está em negociações com o fundo de investimentos norte-americano Fintech Advisory Inc. para obter cerca de 500 milhões de dólares em financiamento usando títulos da petrolífera estatal PDVSA como garantia, informou a Reuters. Os fundos ajudarão a Venezuela a cumprir quase 3 bilhões de dólares em pagamentos de dívida externa em abril. O Financial Times informou que a venda de títulos soberanos venezuelanos em dólares e dos títulos emitidos pela PDVSA disparou em 4 de abril, em meio a temores de inadimplência.

* A S&P Global Ratings elevou as notas de crédito soberano de longo prazo da Argentina de B- para B, com perspectiva estável, e as notas de escala nacional de raBBB para raA +. A agência de classificação de risco citou o progresso do governo em "uma política econômica geral destinada a resolver grandes desequilíbrios econômicos ao mesmo tempo em que restabelece a credibilidade da política do país".

MÉXICO E AMÉRICA CENTRAL

* A Moody's reduziu a nota de emissor de longo prazo em moeda local da CI Casa de Bolsa, S.A. de C.V. de B3 para Caa1 e sua nota de emissor de escala nacional mexicana de longo prazo de B1.mx para B2.mx. A ação segue a implementação da nova metodologia de avaliação de mercado para o setor de valores mobiliários da Moody's no México e também reflete os ganhos históricos voláteis e fracos da empresa, entre outros fatores.

* Javier Guzman, vice-presidente do Banco Central do México, declarou que a inflação no país está sob controle, mas os formuladores de políticas ainda devem ter cuidado devido a uma série de riscos de aumento, como o da desvalorização do peso e de uma elevação acentuada nos preços da gasolina, informou a Reuters.

* O ministro mexicano das Relações Exteriores, Luis Videgaray, vai a Washington para reunir-se com altos funcionários do governo dos EUA, incluindo o secretário de Estado Rex Tillerson, e para participar de uma reunião do conselho da Organização dos Estados Americanos (OEA), segundo comunicado oficial.

* O número de denúncias apresentadas contra bancos mexicanos atingiu 7,4 milhões em 2016, o que representa um aumento de 31% em relação aos 5,6 milhões do ano anterior, sendo a grande maioria referente a cartões de crédito e débito, informou o El Economista, citando a agência de proteção ao consumidor de serviços financeiros Condusef.

* A bolsa de valores mexicana BMV e o centro de dados globais Equinix chegaram a um acordo para distribuir informações de mercados de capitais e derivativos em tempo real para clientes nos EUA, informou o El Economista.

CARIBE

* A dependência da República Dominicana de empréstimos do mercado de capitais internacional aumentou a sensibilidade do governo para o aumento gradual das taxas de juros nos EUA, segundo a Fitch Ratings. As taxas de juros mais altas do dólar americano provavelmente aumentarão a já elevada carga de juros do governo e pressionarão o orçamento em 2017 e 2018. Quase 70% da dívida pública da República Dominicana é denominada em moedas estrangeiras, principalmente dólares.

BRASIL

* A reforma da lei de falência proposta pelo governo brasileiro poderá melhorar a estrutura legal para o crédito local, o que proporcionará mais conforto aos bancos e apoio ao crescimento do crédito, segundo a Fitch Ratings. "A Fitch prevê um crescimento de crédito de 4,7% para o setor até o final de 2017. Se as medidas do governo forem implementadas rapidamente, esse crescimento poderá acelerar, embora os efeitos positivos sejam mais claramente percebidos a partir de 2018", declarou a agência de classificação de risco.

* O presidente do banco central brasileiro, Ilan Goldfajn, declarou que uma maior flexibilidade na política monetária ajudará a economia local a crescer mais rápido em 2018, mas salientou a necessidade de reformas econômicas a fim de reduzir os custos dos empréstimos no longo prazo, informou a Reuters.

* O Tribunal Superior Eleitoral do Brasil adiou ao menos até maio sua decisão em um caso de financiamento de campanha ilegal que ameaça destituir o presidente Michel Temer, informou a Reuters. Se o tribunal decidir que a ex-presidente Dilma Rousseff e Temer, que era seu companheiro de chapa em 2014, obtiveram financiamento ilícito para sua campanha eleitoral, o resultado das eleições poderá ser invalidado e Temer removido do cargo.

* A presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Maria Silvia Bastos, declarou que o banco está em vias de concluir uma revisão de seus procedimentos de concessão de empréstimos para agilizar o processo, informou o Diário Comércio Indústria & Serviços. O BNDES também anunciará, na próxima semana, novas regras que permitirão o compartilhamento de garantias de empréstimos para projetos de infraestrutura entre bancos, informou a Reuters.

* O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social anunciou uma nova linha de crédito para apoiar a exportação de bens da indústria de defesa produzidos no Brasil, informou a Reuters. O banco estima que a linha de crédito poderá chegar a 35 bilhões de dólares nos primeiros 20 anos.

* A desalavancagem do setor privado brasileiro, após anos de forte expansão do crédito, é um desafio fundamental para a economia enquanto ela se recupera de uma recessão profunda, informou o Valor Econômico, citando Carlos Viana, diretor de política econômica do Banco Central do Brasil. Ilan Goldfajn, presidente do banco central, declarou que há sinais de estabilização econômica apontando para uma recuperação gradual em 2017 e maior crescimento em 2018, a publicação informou separadamente.

* A Caixa Econômica Federal anunciou que espera aprovar cerca de 5.000 adesões ao programa de aposentadoria voluntária do banco até o final de abril, quase metade do número de funcionários que o banco pretendia atingir quando lançou o programa, informou a Reuters.

* O Banco Central do Brasil emitiu uma resolução que eleva o limite de financiamento que as instituições financeiras podem conceder às empresas estatais de energia elétrica de 2,5 bilhões para 3,55 bilhões de reais, informou a Reuters.

* A Caixa Econômica Federal publicou regras que regem os empréstimos consignados garantidos pelo FGTS, permitindo que os bancos comecem a firmar acordos com empresas para que seus funcionários possam acessar essas linhas de crédito, informou o Valor Econômico.

* O Banco Central do Brasil anunciou que "erros operacionais" levaram à publicação de duas previsões de inflação incorretas no recente relatório trimestral de inflação do banco, informou o Diário Comércio Indústria & Serviços. O banco corrigiu sua previsão de inflação para 2017 de 3,9% para 3,6% e a previsão de 2018 de 4% para 3,3%.

* Um grupo de empresas de exportação brasileiras está planejando tomar medidas legais contra bancos que supostamente causaram prejuízos de 70 bilhões de reais para empresas de exportação com um conluio para manipular a taxa de câmbio entre 2007 e 2013, informou o Estado de S. Paulo. Os bancos já estão sendo investigados pelo CADE.

REGIÃO ANDINA

* Os esforços de reconstrução após as inundações causadas pelo fenômeno El Niño no Peru poderão custar entre 12 e 15 bilhões de dólares à economia, informou o Diario Financiero, citando o ministro peruano de Defesa, Jorge Nieto Montesinos. Em 30 de março, o desastre climático causou pelo menos 98 mortes e destruiu 32 mil moradias.

* O conselho eleitoral do Equador confirmou a vitória do ex-vice-presidente Lenín Moreno nas eleições presidenciais do país. Moreno recebeu 51,16% dos votos em comparação com 48,84% do rival conservador Guillermo Lasso, com 99,66% do total de votos apurados. O presidente do órgão eleitoral nacional declarou que o resultado foi "oficial e irreversível". O novo presidente assumirá suas funções em 24 de maio.

* O ministro da Economia e Finanças peruano, Alfredo Thorne, declarou que o PIB do país cresceu apenas 2% no primeiro trimestre provavelmente devido ao impacto das severas inundações causadas pelo fenômeno climático El Niño, informou o El Comercio.

* O Grupo de Inversiones Suramericana S.A. informou que seu conselho autorizou a empresa a adquirir uma participação adicional de quase 5% na Sura Asset Management com a compra de ações da International Finance Corp. e da IFC ALAC Spain SL por cerca de 383,2 milhões de dólares, informou o La República. A compra aumentará a participação do Grupo Sura na Sura Asset Management de 78,71% para 83,58%.

CONE SUL

* A S&P Global Ratings elevou as notas de quatro bancos argentinos após a atualização da nota soberana. A agência de classificação de risco elevou as notas de emissor de crédito em moeda estrangeira e em moeda local do Banco de la Provincia de Buenos Aires, do Banco Hipotecario SA, do Banco Patagonia S.A. e do Banco de Galicia y Buenos Aires SA de B- para B, com perspectiva estável.

* O ministro da Fazenda argentino, Luis Caputo, defendeu o programa fiscal do governo e declarou que este não enfrenta nenhum problema relacionado à sustentabilidade da dívida, informou o La Nacion. Em entrevista à publicação, ele acrescentou que o nível de crédito na Argentina é muito baixo, em parte devido ao medo de empréstimos de longo prazo.

* A Comissão Nacional de Valores da Argentina (CNV) autorizou a oferta pública de ações da Bolsas y Mercados Argentinos (BMyA), um mercado de valores mobiliários criado recentemente e que deve entrar em operação em abril, informou o El Cronista.

* Francisco Gismondi, diretor do banco central da Argentina, declarou que o setor bancário do país está sobrecapitalizado e deve encontrar maneiras de crescer e aumentar a lucratividade em meio à queda da inflação, informou o El Cronista. Ele fez os comentários durante um seminário bancário no qual os executivos do setor concordaram com a necessidade de aumentar a inclusão financeira e a concorrência.

* A Bancard SA está, a partir de agora, substituindo o banco central na administração da câmara de compensação de cheques do Paraguai, de acordo com uma resolução emitida pelo banco central, segundo informou o 5días.

* O governo argentino anunciou que o programa de anistia fiscal resultou em 116,8 bilhões de dólares em ativos declarados, a maior parte proveniente de fora do país, com 148,6 bilhões de pesos argentinos, ou cerca de 9,65 bilhões de dólares, arrecadados em impostos e taxas do programa.

A S&P Global Inc. adquire S&P Global Ratings e S&P Global Market Intelligence.

Helen Popper contribuiu para esse artigo.

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