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Lucro do Grupo Aval no 1º trim. aumenta 25,8%

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Lucro do Grupo Aval no 1º trim. aumenta 25,8%

* O Grupo Aval Acciones y Valores SA registrou lucro líquido atribuível aos acionistas da controladora de 587 bilhões de pesos colombianos no primeiro trimestre, um aumento de 25,8% em relação aos 466,4 bilhões de pesos do ano passado. A receita líquida de juros cresceu 9,6% no comparativo anual, atingindo cerca de 2.54 trilhões de pesos.

* O Banco Davivienda SA registrou um lucro líquido de cerca de 326 bilhões de pesos colombianos no primeiro trimestre, uma queda de 23,2% em relação aos 424 bilhões de pesos registrados no mesmo período do ano passado. As despesas com provisões aumentaram 9,2% ao ano para 486 bilhões de pesos, enquanto as despesas financeiras subiram 28,8% para 1.011 trilhões de pesos.

MÉXICO E AMÉRICA CENTRAL

* O presidente do banco central do Mexico, Agustin Carstens, declarou que os aumentos da taxa de juros da autoridade monetária não devem ter impacto nas previsões de crescimento do país, informou a Reuters. Carstens espera que a inflação diminua consideravelmente no início de 2018.

* A S&P Global Ratings revisou a perspectiva do Banco Ahorro Famsa SA Institución de Banca Múltiple de estável para negativa após uma ação similar aplicada à controladora do banco, a empresa de varejo mexicana Grupo Famsa.

* O Banco Bilbao Vizcaya Argentaria SA aumentou a previsão de crescimento econômico do México em 2017 de 1% para 1,6% e em 2018 de 1,8% para 2,0%, afirmando que a incerteza gerada pelo resultado da eleição de 2016 nos EUA está diminuindo gradualmente, informou o El Economista.

* O Banco del Ahorro Nacional y Servicios Financieros S.N.C. abriu um escritório no aeroporto da Cidade do México para prestar serviços financeiros aos mexicanos que estão em processo de repatriação dos EUA, informou o El Economista.

BRASIL

* A S&P Global Ratings colocou a nota BBB+ de solidez financeira da SCOR Brasil Resseguros SA em CreditWatch com implicações negativas após uma ação similar nas notas soberanas do Brasil no início de maio.

* Os executivos dos principais bancos brasileiros declararam esperar que o governo prossiga com sua agenda de reforma econômica, mesmo que o presidente Michel Temer seja removido do cargo por acusações de corrupção, informou a Reuters. Um juiz da Suprema Corte deu a Temer 24 horas para responder às perguntas da polícia sobre sua suposta participação no escândalo das propinas, segundo "uma fonte com conhecimento direto da investigação".

* A economia brasileira cresceu 1% no primeiro trimestre de 2017 em relação ao trimestre anterior, com base em dados ajustados sazonalmente, de acordo com a previsão média de 20 economistas consultados pela Reuters. Os dados oficiais do PIB devem ser divulgados em 1 de junho.

* O fundo estatal brasileiro FGEDUC venderá uma quantidade não especificada de ações da IRB-Brasil Resseguros SA como parte da oferta pública inicial da empresa, informou a Reuters, citando registros de títulos.

* O governo brasileiro enviou, em 30 de maio, um pedido formal para se juntar à Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico, de acordo com uma declaração do palácio presidencial.

* O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e a Caixa Econômica Federal serão os principais operadores de um novo fundo de cooperação Brasil-China que proporcionará financiamento de até 20 bilhões de dólares em projetos de investimento no Brasil, informou o Valor Econômico.

* Os desembolsos de empréstimos do Banco do Brasil SA para pessoas físicas aumentaram 25% até o momento em 2017 em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto o crédito corporativo aumentou 20%, informou o Valor Econômico, citando o presidente Paulo Caffarelli.

* O presidente do Brasil, Michel Temer, declarou a empresários em um fórum de investimento que o banco de desenvolvimento estatal, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, deixou de priorizar empréstimos às empresas chamadas de "campeões nacionais" e, em vez disso, aplica critérios mais profissionais em suas decisões de empréstimo, segundo o Valor Econômico.

* Executivos seniores dos principais bancos brasileiros estavam notavelmente ausentes de um evento comercial no qual o presidente Michel Temer participou. Um executivo que preferiu permanecer anônimo afirmou que não participou devido ao clima político atual, informou o Valor Econômico. Executivos de bancos estrangeiros que estiveram presentes expressaram preocupação de que a crise política no Brasil possa afetar o mercado de crédito e a atividade econômica.

* A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, Abecip, anunciou que espera que os empréstimos hipotecários no país aumentem 6% em 2017, observando que os bancos estão tendo maior demanda por esses empréstimos, apesar da persistente incerteza política e econômica, informou o Valor Econômico.

* O ministro brasileiro do Planejamento, Dyogo Oliveira, declarou que o Senado aprovará uma reforma trabalhista importante nesta semana, informou a Reuters. Por sua vez, a Câmara dos Deputados reiniciará discussões sobre a reforma planejada da previdência em algumas semanas, segundo o presidente Rodrigo Maia.

REGIÃO ANDINA

* O ministro das Relações Exteriores do México, Luis Videgaray, declarou que a Venezuela "deixou de ser uma democracia funcional e isso é uma coisa tremendamente perigosa para a região", informou a Reuters. Ele espera que uma reunião de ministros de relações exteriores dos países membros da Organização dos Estados Americanos agendada para 31 de maio produza uma resolução exigindo eleições na Venezuela.

* O crescimento econômico do Peru terá desaceleração para 3% em 2017 devido ao impacto de inundações severas e de um extenso escândalo de corrupção envolvendo a Odebrecht, informou a Reuters, citando o ministro da Fazenda do Peru, Alfredo Thorne. O governo havia estimado um crescimento de 4,8% do PIB em 2017 antes das inundações e do escândalo de corrupção.

* A Assembleia Nacional da Venezuela, com maioria da oposição, solicitou ao Congresso dos EUA uma investigação da recente compra de 2,8 bilhões de dólares em títulos venezuelanos realizada pela Goldman Sachs Group Inc. em um acordo que a assembleia acusa de tornar a empresa cúmplice de supostos abusos dos direitos humanos pelo governo do presidente Nicolás Maduro, informou a Reuters. "Por mais esforços que faça, a Goldman Sachs ... não é capaz de maquiar este negócio desleal para os venezuelanos", declarou Julio Borges, presidente do Congresso liderado pela oposição da Venezuela.

* O Equador gerou 2 bilhões de dólares em uma emissão de títulos em duas parcelas em 30 de maio, segundo o IFR da Thomson Reuters.

CONE SUL

* A S&P Global Ratings revisou a perspectiva do Uruguai de negativa para estável, ao mesmo tempo em que confirmou a nota BBB de crédito soberano de longo prazo em moeda estrangeira e local e A-2 de crédito de curto prazo em moeda estrangeira e local do país. A S&P espera que a economia do país se fortaleça gradualmente, elevando os níveis de renda e expandindo sua base de receita.

* O Banco del Estado de Chile registrou lucro líquido atribuível aos acionistas de 43,1 bilhões de pesos chilenos no primeiro trimestre, 19,9% abaixo dos 53,78 bilhões de pesos do ano passado. As despesas de provisão do banco subiram 34,3% no comparativo anual, atingindo 62,66 bilhões de pesos.

* O Banco Macro SA declarou que obteve a aprovação do banco central para distribuir dividendos em dinheiro totalizando cerca de 701,5 milhões de pesos argentinos, ou 1,20 peso por ação em circulação.

* O Itaú CorpBanca anunciou a nomeação de Bernard Pasquier como diretor, em substituição a João Lucas Duchene, que renunciou ao cargo no conselho do banco em abril. Pasquier ocupará o cargo até a próxima assembleia ordinária anual da empresa.

PANORAMA DA AMÉRICA LATINA

* A emissão global de títulos convertíveis contingentes atingirá cerca de 75 bilhões de dólares em 2017, valor semelhante ao de 78 bilhões de dólares de 2016, uma vez que os bancos já supriram, em grande parte, suas necessidades de capital, segundo a Moody's.

* O dólar americano "quase que certamente" continuará sendo a moeda de reserva mais importante do mundo no futuro previsível, mas a falta de um substituto pronto não significa que a posição atual do dólar seja totalmente segura, de acordo com a Fitch Ratings. O Congresso dos EUA está trabalhando em dois projetos de lei que permitirão que o Government Accountability Office audite as decisões de política monetária do Fed e também restrinja a capacidade de o Fed fornecer apoio ao setor financeiro. "Se implementadas, as propostas diminuirão o apelo do dólar como moeda de reserva ao longo do tempo", segundo a Fitch.

* Os indicadores de crédito corporativo da América Latina mostraram tendências de crescimento desigual em toda a região no primeiro trimestre, com Peru, Argentina, Colômbia e México enfrentando um ambiente de positivo a estável, enquanto o Brasil e o Chile seguem lutando contras as dificuldades, segundo a Fitch Ratings.

* O presidente do Banco Bilbao Vizcaya Argentaria SA, Francisco González, declarou que o rápido aumento do setor de tecnologia financeira, que oferece serviços financeiros mais baratos do que os bancos tradicionais, é atualmente o maior desafio que o setor bancário global enfrenta, informou o El Economista.

A S&P Global Inc. adquire S&P Global Ratings e S&P Global Market Intelligence.

Matthew Craze contribuiu para esse artigo.

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